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13.05.2022

Diretores e cast falam sobre The Gray Man para Empire Magazine

post por: Sara Teles

No dia 12 de Maio foi liberada a edição especial da revista Empire na qual foi disponibilizado as prévias dos filmes mais antecipados do verão estadunidense. The Gray Man é um desses filmes.

 

The Gray Man (O Agente Oculto) estreia dia 22 de julho na plataforma da Netflix e no dia 15 de julho em cinemas selecionados. Chris Evans interpreta o vilão da trama, Lloyd Hansen.

 

P.S.: No nosso site você encontra o guia do livro The Gray Man; nele relatamos as informações básicas da trama do livro, além das características dos personagens principais. Os spoilers com relação ao plot estão devidamente sinalizados. Clique AQUI para acessar o guia.

 

Abaixo vocês encontram a matéria completa traduzida da revista onde diretores e o cast do filme, inclusive Chris Evans, falam sobre os bastidores do filme e seus respectivos personagens.

 

 

 

ESTRATÉGIAS DE SAÍDA SÃO coisas maravilhosas. Se você é um diretor de cinema de sucesso internacional ou o maior assassino do mundo ou, como a maioria das pessoas que lê isso, em algum lugar no meio, é prudente planejar com antecedência, não importa o quão abundante seja a situação, para uma saída conveniente.

 

Pegue os irmãos Russo. Toda a sua carreira, você poderia argumentar, tem sido composta por estratégias de saída em tempos oportunos, seja a maneira como ambos desistiram de carreiras nascentes em direito (Anthony) e atuação (Joe) para se concentrar na direção de filmes; ou a maneira hábil como eles acamparam do fracasso de You, Me And Dupree (comédia com Owen Wilson), até se tornarem grandes players em sitcoms com trabalhos como Community; ou a maneira como eles saltaram de seu esconderijo daquele mundo para dirigir Capitão América: O Soldado Invernal. Eles não tendem a ficar em um lugar por muito tempo.

 

No final, eles ficaram na Marvel por cinco anos, por quatro filmes que arrecadaram cerca de US$ 6,7 bilhões. Mas a partir do momento em que chegaram, eles estavam dimensionando a sala e marcando a saída. Foi quando eles bateram os olhos pela primeira vez em The Gray Man.

 

O primeiro de uma série de romances de Mark Greaney, que também sucedeu Tom Clancy como autor da série Jack Ryan, The Gray Man gira em torno de Courtland Gentry, um condenado que é recrutado pela CIA e treinado para se tornar o melhor ativo dispensável: um mestre assassino que pode derrubar qualquer pessoa, em qualquer lugar, a qualquer hora. Codinome Sierra Six, porque Courtland Gentry é a) muito memorável e b) muito facilmente confundido com um clube de campo, ele de repente se vê fugindo depois de ser queimado por seu próprio povo e forçado a se tornar uma figura sem rosto se misturando às sombras. Um ‘homem cinza’, se você quiser.

 

Você pode ver por que [esse plot] atraiu os caras que estavam fazendo O Soldado Invernal, um filme que envolve um mestre assassino que pode derrubar qualquer pessoa, em qualquer lugar, a qualquer hora, e uma máquina de matar treinada pelo governo que se encontra fugindo depois de ser queimado por seu próprio povo.

“Queríamos usar O Soldado Invernal como um trampolim em algo mais orientado para a ação,” lembra Joe Russo. “Lembro-me de ler o livro em dois dias e dizer: “Isso foi fantástico, é um ótimo personagem, vamos tentar encontrar uma maneira de entrar nisso.”

 

No entanto, quando O Soldado Invernal atingiu marcas muito grandes, os Russos tiveram a chance de dirigir Capitão América: Guerra Civil, que então gerou Vingadores: Guerra Infinita, e Vingadores: Ultimato e reservaram os próximos cinco anos de suas vidas. Eles entraram neste último sabendo que era um caso de Ultimato pelo nome, fim do jogo por natureza. Juntamente com seus confiáveis roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely, eles estavam planejando deixar o Universo Cinematográfico Marvel para trás e planejaram de acordo, montando sua própria produtora ou “telha” (como dizem no comércio), AGBO, e começando a estabelecer as bases para produzir e dirigir filmes a um mundo longe de capas e Capitães e pedras mágicas.

“Anthony e eu entendemos o cinema comercial”, explica Joe Russo. “Passamos uma carreira o construindo até neste momento.”

 

E quando eles finalmente deixaram o UCM, seu primeiro ato como diretores independentes e autossustentáveis seria um soco duplo. O primeiro foi o excêntrico, e duramente recebido, drama de Tom Holland: Cherry. O segundo os vê em um terreno mais familiar e cheio de ação.

 

Para fazer The Gray Man, eles trouxeram Markus e McFeely para refazer o roteiro ao lado de Joe Russo e, com a Netflix fornecendo o dinheiro, começaram a finalmente torná-lo realidade. E eles tinham a estrela perfeita em mente.

 

RYAN GOSLING já havia executado sua estratégia de saída, tirando um tempo de folga depois de concluir o trabalho no drama First Man de Damien Chazelle de 2018 para ver seus filhos pequenos crescerem. Mas os dias se transformaram em semanas que se transformaram em meses, e antes que ele percebesse, já se passaram quatro anos desde que ele fez um filme.

“Tive a sorte de poder fazer isso”, ele conta a Empire. “Mas em um certo momento eu fiquei tipo, espere um segundo, eu tenho dois filhos, eu tenho que ir trabalhar!”

 

Então, assim como Bond, Gosling começou a tentar reentrada. Facilmente, mais ou menos na mesma época em que os Russos vieram junto com a proposta para ele não só estrelar The Gray Man, mas para ser o próprio Gray Man.

“Gosling é um artista fascinante”, diz Anthony Russo. “Ele é tão interessante e divertido quanto qualquer estrela de cinema por aí, mas é um mestre do minimalismo. Todos nós sabemos que espiões são pessoas escondidas que têm que trabalhar sozinhas. O que gostamos no The Gray Man é que ele é isso elevado a décima potência. Não há nem mesmo um registro sobre o cara. Ele foi retirado da prisão, em um programa secreto dentro da CIA que ninguém realmente conhece. Ele é o personagem mais isolado. Então, nosso trabalho é, como você pega o Homem Cinza e o torna não cinza?”

 

Contratar Gosling foi um bom começo. Blade Runner 2049 à parte, ele tende a desviar dos blockbusters. Seus filmes de ação têm sido indies dramáticos como Drive, ou esquisitices fora da casinha como The Nice Guys. Para ele, no entanto, The Gray Man ofereceu uma oportunidade única.

“Eu sempre senti uma conexão real com filmes de ação, porque eles provavelmente são os filmes que me fizeram apaixonar por filmes em primeiro lugar”, diz ele. “E o que eu gostei nesse personagem é que ele quer algo que a maioria de nós quer, que é apenas ser livre. Seus objetivos não são monetários, não se trata de tesouro, não é vingança. Ele só quer ter o direito de sentar no sofá e assistir Netflix como o resto de nós.”

 

Embora The Gray Man não seja uma comédia, muitas vezes é muito engraçado, e muito disso vem das reações perpetuamente confusas de Six à insanidade que se desenrola ao seu redor. Gosling pode ser conhecido principalmente como um ator dramático, mas se você já viu The Nice Guys ou até mesmo a esquete do SNL onde ele interpreta um homem comum enlouquecido pelo uso da fonte Papyrus nos materiais de marketing de Avatar, Gosling é bom de piada.

 

E embora Six não seja exatamente um stand-up, ele é irônico, desapegado e autoconsciente o suficiente para poder comentar as situações em que se encontra de forma cômica; muitas dessas situações vieram de sessões intensivas de roteiro entre Gosling, os Russos e Markus e McFeely.

“Em quase todas as cenas, tentamos configurá-lo para que ele estivesse em desvantagem”, diz Gosling. “E se trata de observá-lo usar o que quer que esteja em seu ambiente para ganhar vantagem. E o que ele usa de forma mais consistente é senso de humor. É uma ferramenta de sobrevivência. Se ele conseguir encontrar o que é engraçado sobre o absurdo da situação, ele pode se distanciar do perigo dela.”

 

Para o The Gray Man encontrar seu adversário à altura, os Russos tinham mais um ás na manga: Chris Evans. À medida que o Ultimato se aproximava do seu “você sabe o quê”, os diretores não eram os únicos a pensar em estratégias de saída e no futuro. Desde 2010, Evans fez filmes diferentes e fora dos limites do Universo Cinematográfico Marvel – filmes como Snowpiercer e Gifted – mas o trabalho diurno estava capitaneando a América. Agora, o tempo dele como Steve Rogers estava chegando ao fim, e Evans começou a procurar novos papéis. Desde então, ele interpretou homens moralmente obscuros como o promotor angustiado dobrando e infringindo a lei em Defending Jacob, ou o idiota impertinente Ransom em Knives Out de Rian Johnson, ambos os quais são quase o anti-Cap.

“Parece que eu afastei agressivamente 180 [graus] de Steve Rogers”, diz Evans. “Mas meio que se desdobrou dessa maneira.”

 

Quando os Russos, que o dirigiram em quatro filmes da Marvel e que se deram bem com ele desde o primeiro dia em O Soldado Invernal, pediram que ele interpretasse Lloyd Hansen, o vilão do The Gray Man, só havia uma resposta.

“Eu amo os Russos, e farei praticamente qualquer coisa que eles me pedirem para fazer”, diz Evans. “E este é um personagem que eu nunca fui capaz de interpretar. Ele é tão liberado, livre e honesto. O que eu gosto nele é que você quase deve temer o sorriso dele mais do que a carranca dele. Acho que ele entende que o que faz é ruim e prejudicial, mas acho que ele se considera necessário. Ele acha que é um disruptor.”

 

Se Steve Rogers é a bunda da América, Lloyd Hansen é o cuzão da América. Um sociopata arrogante, risonho, imaculadamente bigodudo

(“Eu imaginei que Lloyd fosse muito austero, semelhante ao cotidiano”, ri Evans de sua escolha de bigode) que deixa uma fila de corpos em seu rastro e adora um pouco de tortura leve. “Ele é um pouco como o Coringa”, diz

 

McFeely, que, junto com Markus, escreveu seis filmes com Evans em seu centro.

“Esse cara pode ser qualquer coisa em qualquer cena, porque tudo o que ele quer é anarquia. Lloyd é um pouco assim. Ele é um naufrágio em forma de ser humano.”

 

Quando foi anunciado pela primeira vez que The Gray Man ia ser feito em Netflix, muito se foi falado de duas coisas: o tamanho do orçamento, tornando-se o filme mais caro da Netflix até o momento (supostamentr US$ 200 milhões); e como a gigante do streaming esperava que eles estivessem lançando uma franquia de espionagem para rivalizar com Bourne ou Bond.

 

Essa comparação, no entanto, é um pouco enganosa, mesmo que os Russos sejam autoconscientes o suficiente para ter referências de 007 no personagem Six em algum momento. Os irmãos, e Markus e McFeely, conhecem os ossos do ofício, que eles acreditam que os isola de fazer um clone do que aconteceu antes.

“Gostamos de desconstruir.” fala Joe Russo. “Temos uma espécie de atitude ‘foda-se’, e tentamos examinar as coisas de uma maneira que seja convincente para nós e depois separá-las.”

 

As semelhanças são, na verdade, escassas. Há um aspecto global em The Gray Man, mas além de uma sequência de abertura definida em Xangai repleta de apetrechos, garotas e armas

(“Pensamos que seria divertido ter uma sequência de abertura que lembrasse mais thrillers de ação vintage”, diz Joe Russo), é um mundo mais deliberadamente fundamentado do que o de James Bond. “Joe e Anthony nunca seguem as regras”, diz Regé-Jean Page, a estrela de Bridgerton que interpreta Carmichael, oficial da CIA. “Eles preferem escrever o seu próprio. Bond não é dono do gênero de ação de espionagem. Com alguma sorte, nós seremos.”

 

Six não está tentando salvar o mundo; ele é a Greta Garbo de filmes de espionagem – ele só quer ficar sozinho. Ele é mais do tipo que fica em casa de agasalho do que em um smoking. E mesmo que ele se una, às vezes, á agente da CIA de Ana de Armas, Dani Miranda, não há uma pitada de romance.

“Ele não está necessariamente preparado para relacionamentos íntimos,” diz Joe Russo. “Achamos que seria mais convincente se ele tivesse um relacionamento clássico de duas mãos com Miranda, e [nós] simplesmente ignoramos completamente o gênero.”

 

Tanta coisa para o beijo. Em vez disso, os Russos, Markus e McFeely, fornecem muito bang bang. Excepcionalmente para um filme dessa laia, The Gray Man não está particularmente preocupado com reviravoltas e revelações. Há complicações emocionais, envolvendo Billy Bob Thornton como Donald Fitzroy, o antigo mentor de Six, e sua sobrinha Claire (Julia Butters) e uma boa quantidade de traições e esfaqueamento centrados na CIA envolvendo os fantasmas de alta altitude de Page e Jessica Henwick.

“Eu criei um cara que é como o CEO dos seus pesadelos”, diz Page. “Ele é aquele tipo de enfant hiperfrustrado terrível. Ele é um egomaníaco adorável e nefasto.”

 

Na maioria das vezes, no entanto, é uma história incrivelmente simples e propulsora que é posta em movimento nos primeiros dez minutos: o maior assassino do mundo é perseguido pelo maior bastardo do mundo. Depois disso, Six é colocado através do espremedor, correndo e pulando e se abaixando de peça em peça enquanto Lloyd e seu suprimento aparentemente infinito de capangas sem rosto se aproximam.

 

O ritmo é implacável, assim como a variedade de peças. Há lutas individuais, tiroteios, uma sequência de acidente de avião, enquanto a peça central é um confronto prolongado em Praga que leva a tiros, perseguições de carros e um extensa cena de negócios em um metrô.

Este filme quase nos matou”, ri Joe Russo. “Existem, tipo, nove sequências de ação, e é tão implacável a esse respeito. Foi implacável de fazer.” Gosling, que está envolvido em praticamente todos esses cenários, concorda, ressaltando que várias das sequências foram constantemente refinadas e retrabalhadas à medida que o filme progredia. “Eu nunca trabalhei em sequências de ação dessa escala”, ele afirma. “Isso me lembra o que é preciso para colocar no Super Bowl antes que os jogadores entrem em campo para jogar. Mesmo em Praga, eles construíram uma praça da cidade dentro de uma praça da cidade real, então não havia perigo de danificar nada pré-existente. É uma quantidade alucinante de trabalho.”

 

A maioria dos set-pieces foi retirada do livro de Greaney. Curiosamente, os Russos decidiram evitar o modelo estabelecido por Bond e pelas Missões McQuarrie, que são narrativas construídas em torno de acrobacias épicas e espetaculares, geralmente com um dublê ou um cruzeiro amarrado a algo à medida que decola ou cai.

“Somos muito orientados para o personagem, Joe e eu”, diz Anthony Russo. “Começamos toda a nossa exploração da ação através do caráter. Como testamos quem é esse personagem? Como os prendemos no pior lugar possível, como na sequência do avião? Esse é um lugar muito vulnerável para esse personagem estar, e mostra o quão vigilante ele é e quão disciplinado ele é.”

 

Claro, há muito espaço para aumentar a escala e acrobacias mais elaboradas e astutas da próxima vez. Porque pelo dinheiro investido – a maior parte da Netflix – espera-se que haja uma sequência.

 

OS RUSSOS se cansaram de ficar inquietos. Eles pararam os olhares furtivos na porta. Depois de anos se mudando de um lugar para outro, como na versão de Hollywood de The Littlest Hobo, eles se estabeleceram na AGBO.

“Acho que a inquietação foi uma jornada muito calculada em direção à autonomia” diz Joe Russo. “Somos tão autônomos quanto você poderia ser, e acho que somos tão autônomos quanto qualquer um já foi na história do negócio. Somos bem financiados, bem capitalizados, trabalhamos com nossos amigos, os estúdios nos escrevem um cheque e vamos fazer os filmes que queremos fazer.”

 

O que, se tudo correr bem, incluirá as novas aventuras do Gray Man. Embora o filme seja projetado para atuar como autônomo, os irmãos se basearam em sua experiência de trabalhar na Marvel para criar uma série de histórias em andamento que poderiam ser exploradas em sequências. E prequels, e até spin-offs. Um Universo Cinematográfico do The Gray Man, se preferir.

“Nunca queremos dar azar”, diz Joe Russo. “Mas já estamos pensando para onde vai a partir daqui.”

 

Nós gostamos de construir mundos, e preferimos jogar pelo lado positivo e colocar energia e tempo para construir esse universo antes do lançamento, para que as ideias sejam mais relevantes e orgânicas. É assim que você constrói uma narrativa de mosaico mais complexa.”

 

Os planos estão no estágio inicial, mas envolvem uma prequel de Lloyd Hansen a ser escrita pela dupla de Deadpool – Rhett Reese e Paul Wernick – e uma sequência direta de Gray Man, atualmente sendo delineada por McFeely. Gosling – um homem tão alérgico a sequências que conseguiu evitar estrelar qualquer um dos 2048 Blade Runners anteriores – está nele a longo prazo.

“Adorei fazer este filme”, diz ele. “Adoraria fazer isso de novo. Espero que possamos aumentar o Six para um status de nome em algum momento, apenas para sua própria sanidade.”

 

McFeely, que conhece o roteiro melhor do que a maioria, sugere o que pode estar por vir.

“Presumo que da próxima vez que alguém o chamar pelo nome dele será um momento importante na franquia,” ele adianta.

 

Resta saber quantos desses filmes planejados terão os Russos dando as tomadas. Os irmãos se orgulham de suas habilidades multitarefa – é assim que eles foram capazes de dirigir dois dos maiores filmes de todos os tempos, e como eles foram capazes de seguir perfeitamente de Cherry para The Gray Man, e de The Gray Man para seu próximo filme, uma ficção científica pós-apocalíptica chamada The Electric State.

“Estamos no ritmo de Soderbergh agora”, ri Joe Russo, fazendo referência ao prolífico Steven Soderbergh, que fez seu primeiro (e ainda não lançado) filme Pieces quando chegou no Festival de Cinema de Slamdance em 1997. “Estamos intimamente envolvidos em tudo isso. O foco é fazer “The Gray Man 2′, Nosso apetite é voraz e a intenção é sempre fazer mais do que podemos.”

 

Então, assim como James Bond, os Irmãos Russo voltarão e trarão Ryan Gosling, e Six, junto com eles. E se eles estão procurando um título para “The Gray Man 2”, eles poderiam fazer muito pior do que “Estratégia de Saída”.

 

 

Tradução: Amanda Gaia – Equipe CEBR

Adaptação: Sara Teles – Equipe CEBR

Fonte: Empire Magazine

 

27.04.2022

Diretores Joe e Anthony Russo falam sobre ‘The Gray Man’ para a Entertainment Weekly

post por: Laly Fiúza

No dia 26 de Abril, o veículo de mídia internacional Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens de The Gray Man (Agente Oculto) e junto com elas, uma entrevista exclusiva com os diretores do filme Joe e Anthony Russo na qual eles comentaram detalhes sobre o filme.

 

Confiram a tradução da entrevista completa abaixo:

 

 

É Ryan Gosling vs. Chris Evans no primeiro olhar exclusivo de The Gray Man

 

Os diretores Joe e Anthony Russo lançam o teaser de seu tão esperado thriller de espionagem da Netflix como “uma luta até a morte”.

 

Os irmãos Russo adoram uma história sobre um homem em fuga. Da paranoia assustadora de Capitão América: O Soldado Invernal às emoções de assalto a banco de Cherry, grande parte do trabalho de Anthony e Joe Russo é sobre personagens tentando superar uma força invasora – seja uma figura de autoridade, a lei ou seu próprio passado. Então, era apenas uma questão de tempo até que os dois diretores decidissem enfrentar um thriller de espionagem adequado, o tipo de filme tenso de caça ao homem que equilibra ação secreta e intriga internacional.

 

O resultado é The Gray Man, um drama itinerante sobre um agente da CIA que inadvertidamente desencadeia uma caçada. Adaptado da série de livros de Mark Greaney, é o primeiro blockbuster de grande orçamento que os Russos dirigiram desde que bateram todos os recordes de bilheteria com Vingadores: Guerra Infinita e Ultimato. Está programado para estrear nos cinemas em 15 de julho antes de ir para a Netflix em 22 de julho, e possui um elenco impressionantemente estelar que inclui Ryan Gosling, Chris Evans e Ana de Armas.

 

Também pode ser o filme mais ambicioso da Netflix até agora: uma franquia planejada com um orçamento de US$ 200 milhões, tornando-o um dos filmes originais mais caros da história do serviço de streaming.

 

“Somos grandes fãs do gênero de espionagem, e estamos sempre procurando maneiras de como distorcê-lo, supercarregá-lo ou empurrá-lo para áreas que pareçam novas”, disse Anthony Russo à EW. “Havia uma ótima ideia no centro deste livro, onde não se trata apenas de ser um espião, mas de ser a versão mais extrema de um, onde você tem que esconder sua própria identidade – e você mesmo.”

 

Gosling é o espião do título, um agente de elite da CIA que é tão fantasmagórico que até seu nome verdadeiro é desconhecido. Quando ele acidentalmente descobre segredos ocultos da agência, ele se vê envolvido em uma conspiração internacional, quando um ex-colega desequilibrado (interpretado por Evans) coloca uma recompensa em sua cabeça.

 

Não é apenas a primeira vez dos Russos trabalhando com Gosling, mas é uma grande partida para Evans, que é mais conhecido por interpretar o Capitão América. Os Russos pensaram primeiro em colocar seu amigo de longa data contra Gosling depois que Anthony o viu interpretar um policial manipulador na recente produção da Broadway de Lobby Hero. (Como na peça, Evans está arrasando com um bigode.)

 

“É difícil encontrar alguém no nível de Chris Evans para se tornar um vilão”, diz Joe Russo. “Mas ele está em um ponto em que interpretar o vilão é mais divertido para ele do que interpretar um herói, então podemos ter duas estrelas de cinema gigantes que se enfrentam. É por isso que você tradicionalmente não consegue um filme de Ryan Gosling versus Chris Evans. Eles são personagens muito complicados com agendas conflitantes, e é uma luta até a morte.”

 

Os Russos queriam adaptar The Gray Man para a tela há cerca de uma década, desde que leram o romance, lançado em 2009, durante a produção de O Soldado Invernal. Os dois irmãos inicialmente planejavam torná-lo seu próximo projeto, mas quando a Marvel Studios pediu que voltassem e dirigissem Capitão América: Guerra Civil, eles colocaram os livros de Greaney de volta na prateleira. Mas anos depois, quando eles começaram a planejar seus movimentos pós-Marvel, eles não conseguiam parar de pensar em The Gray Man, e logo recrutaram seus colaboradores de longa data Christopher Markus e Stephen McFeely para ajudar a adaptar o roteiro.

 

O elenco empilhado também inclui de Armas como uma agente da CIA que se vê envolvida nessa conspiração, enquanto o novato de Bridgerton, Regé-Jean Page, é uma oficial da CIA mais dissimulado que prefere se esconder nas sombras.

 

Desde que deixaram o universo Marvel, os dois irmãos se voltaram principalmente para sua produtora AGBO, ajudando a produzir filmes como o thriller de Chadwick Boseman 21 Bridges, Resgate de Chris Hemsworth e o sucesso artístico de Michelle Yeoh, Everything Everywhere All At Once. Mas The Gray Man marca um retorno à direção do tipo de drama estrelado e cheio de dublês que os tornou nomes conhecidos, e eles esperam que este filme seja apenas a primeira parte de uma franquia planejada. Ainda assim, eles têm o cuidado de não planejar muito além do lançamento de julho.

 

“Uma coisa que aprendemos na Marvel – e uma coisa que Kevin Feige está muito consciente e faz muito bem – é que você precisa se concentrar no filme em questão e ter certeza de que é o melhor que pode ser”, diz Joe Russo. “Então você pode se preocupar em como expandi-lo além disso.”

 

E embora The Gray Man possa não ser um filme de super-herói, os Russos dizem que o elenco ainda trabalhou duro para entrar em forma de super-herói. Gosling, em particular, jogou-se em seu novo regime de exercícios, e os dois irmãos riem ao se lembrarem de pedir comida para o almoço, enquanto Gosling se sentava ao lado deles e beliscava suas tristes refeições de baixa caloria.

 

“Isso remonta à coisa italiana”, diz Anthony, rindo. “Gostamos de comer. Gostamos de comer bem.”

 

“E nós gostamos de pizza”, acrescenta Joe.

 

“Nós nos sentíamos muito culpados porque Ryan estava basicamente comendo uma dieta muito restrita por um longo tempo, e do outro lado nós, que estamos apenas aproveitando, aproveitando, aproveitando”, explica Anthony.

 

“Lembro que ele finalmente chegou ao ponto em que estávamos a cerca de uma semana do final das filmagens, e Joe e eu estávamos levando uma ótima pizza para o set. Ryan ficou tipo, ‘Quer saber? Hoje irei comer essa maldita pizza’ E ele comeu, e ele ficou muito feliz.”

 

 

Tradução: Amanda Gaia – Equipe CEBR

Adaptação: Laly Fiúza – Equipe CEBR

FONTE

25.04.2022

Chris Evans surpreendeu os produtores de Lightyear com seu desempenho como Buzz

post por: Laly Fiúza

O diretor Angus MacLane e o produtor Galyn Susman falam ao Digital Spy como Chris Evans surpreendeu com seu desempenho como Buzz na animação Lightyear.

 

“Ele realmente é incrível tecnicamente no que faz.”

 

Lightyear chegará em breve às telas dos cinemas, mostrando mais sobre as origens do tão amado personagem.

 

O filme spin-off se passa no universo de Toy Story, anunciado como o filme que Andy teria assistido sobre o humano Buzz Lightyear, levando-o a ficar obcecado em querer obter a figura de ação.

 

A estrela da Marvel, Chris Evans, dubla o herói, com sua contraparte de brinquedo sendo dublada por Tim Allen na franquia original.

 

O diretor e co-roteirista Angus MacLane ficou surpreso com a rapidez com que a estrela do Capitão América se adaptou à voz de Buzz.

 

“Como artista e como pessoa, ele é tão acolhedor e agradável e um colaborador criativo tão maravilhoso que é muito encantador”, disse ele exclusivamente ao Digital Spy.

 

“Quando a coisa aperta e ele tem que entregar algo meio estranho – por exemplo, há uma sequência de ação – e ele só pode assistir a cena e nós desligamos o som e ele consegue realizar todos os movimentos físicos. Tinha coisas que ele podia fazer em apenas uma tomada, uma cena inteira, só assistindo e fazendo todos esses grunhidos que eram perfeitos. Poderíamos simplesmente colocar a coisa toda e deslizá-la oito quadros antes e funcionava.”

 

“Havia um momento em que pensávamos, ‘Oh uau, ele é muito, muito bom nisso’. Não é apenas porque ele é um cara legal, ele é realmente incrível tecnicamente no que faz.”

 

O produtor Galyn Susman acrescentou:

 

“Ele é um grande fã de animação. Quando alguém chega e está realmente apaixonado pelo trabalho que está fazendo, isso se mostra especialmente em sua voz e qualidade vocal. Ele era o maior crítico de si mesmo. Ele ficava tipo ‘Oh, eu não sei se soei muito áspero’. Ele tinha sido incrível.”

 

Lightyear será lançado nos cinemas mundiais em 17 de junho de 2022 e nos cinemas brasileiros em 16 de junho.

 

 

Tradução: Amanda Gaia – Equipe CEBR

Adaptação: Laly Fiúza – Equipe CEBR

FONTE

21.04.2022

Divulgado trailer e pôster finais de Lightyear

post por: Laly Fiúza

No dia 21 de Abril a Disney/Pixar divulgou o trailer e o pôster finais de Lightyear.

 

No trailer conseguimos ter uma ideia mais ampla do que o filme abordará como por exemplo, o fato de que Buzz Lightyear realiza uma tentativa de voltar para casa após uma missão que deu errado, porém acaba indo parar 62 anos no futuro e encontrando a neta de sua amiga Comandante Hawthorne.

 

O filme estreia com exclusividade nos cinemas brasileiros no dia 16 de junho e mundialmente no dia 17.

 

Abaixo vocês encontram o trailer, screencaps do trailer e novo pôster:

 

Trailer:

 

Screencaps:

LIGHTYEAR (2022) > SCREENCAPS > TRAILER OFICIAL #2

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Pôster:

LIGHTYEAR (2022) > FOTOS OFICIAIS > PÔSTERS

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31.03.2022

Chris Evans e Scarlett Johansson estrelarão super produção da Apple TV, Projeto Artemis.

post por: Laly Fiúza

O veículo de mídia internacional Deadline divulgou que Chris Evans e Scarlett Johansson estão definidos para estrelar filme intitulado Projeto Artemis, com direção da estrela de Ozark, Jason Bateman.

 

O filme será distribuído pela Apple TV que no domingo se tornou o primeiro serviço de streaming a ganhar Melhor Filme no Oscar e segue focada no investimento de seus próximos projetos.

 

Recém-saída de sua vitória no Oscar de Melhor Filme por CODA, a Apple mergulhou no pacote sob demanda em um acordo de mais de 100 milhões de dólares para o filme. Isso marca outra compra maciça para o estúdio após um ano em que eles pagaram mais de 200 milhões de dólares pelo pacote de Matthew Vaughn Argyle e pelo filme de corrida de F1 sem título estrelado por Brad Pitt.

 

Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, contudo, a Deadline informou que o projeto acontece durante a corrida espacial. O roteiro vem de Rose Gilroy, filha do roteirista e diretor Dan Gilroy e da atriz René Russo.

 

Johansson, duas vezes indicada ao Oscar, produzirá o filme com Jonathan Lia e Keenan Flynn por meio de sua produtora These Pictures.

 

 

Tradução de Adaptação: Laly Fiúza – Equipe CEBR | FONTE

08.02.2022

Divulgado o trailer oficial de Lightyear

post por: Laly Fiúza

Na manhã desta quarta-feira 8 de fevereiro, foi divulgado o primeiro trailer oficial de Lightyear.

 

A animação conta com Chris Evans dando voz ao icônico personagem Buzz Lighteyar e conta a história original do patrulheiro espacial no qual o brinquedo da franquia de Toy Story foi baseado.

 

No trailer, Buzz decola para o espaço depois de ser abandonado em um planeta remoto. O voo de teste eventualmente o leva a mundos alienígenas onde ele é perseguido por legiões de robôs e criaturas desconhecidas. Ele é acompanhado por outros patrulheiros espaciais e um brinquedo de gato falante chamado Socks. Além disso, temos as primeiras imagens do Imperador Zurg.

 

Além do trailer, também foi divulgado outros nomes do elenco como Taika Waititi, Keke Palmer, Uzo Aduba, Dale Soules, Peter Sohn, James Brolin, Mary McDonald-Lewis, Efren Ramirez e Isiah Whitlock Jr.

 

O filme até então está previsto para ser lançado em 17 de junho nos cinemas.

 

Abaixo vocês conferem o trailer, novas stills, pôster oficial divulgado pela Disney/Pixar e screencaps.

 

Trailer:

 

Novas stills:

LIGHTYEAR (2022) > FOTOS OFICIAIS > STILLS

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Novo pôster:

LIGHTYEAR (2022) > FOTOS OFICIAIS > PÔSTERS

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Screencaps:

LIGHTYEAR (2022) > SCREENCAPS > TRAILER OFICIAL

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