À partir de agora, todas as notícias relacionadas ao Chris Evans, sejam elas fotos ou entrevistas, por exemplo, serão postadas em nossas redes sociais. O site será para fins de divulgação de fotos e das redes sociais do CEBR. Acompanhe a seguir!
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29.12.2020

Um tributo a Chris Evans: a ascensão e a jornada do queridinho da América e do bom ser humano completo

O rei do carisma, o belo e palpitante capitão da América. Chris Evans teve uma vida interessante que o transformou no namorado da América. Sua mãe era diretora artística no Concord Youth Theatre e seu pai era dentista. Natural de Boston, um de 6 irmãos, todos atores, ele tinha um grupo de apoio talentoso e versátil que acentuava seus talentos e perspectivas multifacetadas. Ele começou a atuar ainda adolescente, ganhando interesse depois de ver sua irmã se envolvendo em peças. Ele começou em apresentações de teatro ao vivo e afirmou que gostava de teatro musical, embora o mundo ainda não tenha visto os talentos musicais de Evans se revelarem. Um ano crucial na vida de qualquer pessoa, mas que definiu especialmente o curso para a carreira de Evans, foi logo após seu primeiro ano do ensino médio, quando ele passou um verão inteiro tendo aulas no cobiçado e amado Lee Strasberg Theatre and Film Institute.

Seu tempo no instituto teve um grande impacto sobre ele, e as habilidades que aprendeu lá o ajudariam em sua jornada para se tornar um dos atores de maior bilheteria de todos os tempos. Ele vem de origens humildes, bem longe do começo esperado para o maior superstar do mundo. Como um artista hábil, que admitidamente sofreu de ansiedade por toda a vida – mesmo dizendo que sempre teve medo de audições – ele tem um efeito sobre as pessoas em todo o mundo como uma luz de inspiração, alguém com quem se conectar facilmente e um papel modelo para todos.

A primeira grande chance de Evans em um filme importante foi aos 20 anos de idade em uma comédia de paródia de 2001, Não é Só mais um Besteirol Americano. Evans foi o segundo protagonista atrás de Chyler Leigh, e ele diria mais tarde ao The Wrap “Não era exatamente uma arte intelectual, eu estava emocionado, mas meus amigos ainda estavam me zoando muito e me chamando de um ator terrível.” O filme arrecadou mais do que o dobro de seu orçamento, mas foi destruído pela crítica. Depois de alguns anos estrelando filmes que não foram bem recebidos comercialmente ou pela crítica, Evans finalmente conseguiu um grande papel como Johnny Storm em Quarteto Fantástico da 20th Century Fox em 2005. Infelizmente, o filme não foi bem avaliado pelos críticos e recebeu uma forte reação de fãs da série de quadrinhos.

Embora o ódio fosse forte, havia um culto de pessoas que amavam o filme, o que ficou evidente pelos ganhos do filme na bilheteria, e foi o suficiente para o elenco e a equipe técnica lançar uma sequência dois anos depois, Quarteto Fantástico: Surfista Prateado. O filme mal recuperou seu orçamento em seu lançamento na América do Norte, mas foi um sucesso financeiro internacional. O público e os críticos responderam da mesma forma que no Quarteto Fantástico, que encerrou a jornada do elenco e da equipe com a série de quadrinhos. Evans estrelou vários pequenos filmes durante o início e meados dos anos 2000, nenhum dos quais ganhando muito financeiramente ou atraindo atenção positiva de qualquer espécie. Esses soluços no início da carreira de Evans podem ser a razão por trás de sua encantadora e amada humildade, que se tornou um marco em sua personalidade ultra adorável.

Capitão América e Queridinho da América

Após a passagem de Evans na série Quarteto Fantástico, ele passou a desempenhar um papel coadjuvante memorável como Lucas Lee em Scott Pilgrim vs. The World em 2010. Então, é claro, como o mundo o conhece agora, ele se juntou ao Marvel Cinematic Universe e foi escalado como Capitão América/Steve Rogers em Capitão América : O Primeiro Vingador. Chris Evans não apenas interpretou o personagem do Capitão América, mas também conquistou o respeito e o amor da América, tanto quanto o personagem dos filmes e histórias em quadrinhos. Ele modelou o tipo de comportamento e honra que o super-herói de capa também faz, mas não da maneira típica em que a personalidade de um ator começa a se transformar em torno do personagem que interpreta, mas sim, o personagem do Capitão América moldou em torno de Evans. Isso ocorre por uma série de razões – seu talento para atuar é uma delas. Seu charme, inteligência rápida e aparência arrebatadora são outra, mas em seu núcleo, a autenticidade crua de Evans e o brilho benevolente brilham de dentro dele.

Os anos 2010 foram muito melhores para Evans em termos de carreira, sendo um ponto de viragem exponencial e catapultando-o para um sucesso internacional que apenas as melhores estrelas da história de Hollywood alcançaram. Após o sucesso de Homem de Ferro e Homem de Ferro 2 de Robert Downey Jr, o Capitão América foi um enorme sucesso e seria sucedido por mais dois filmes independentes e quatro filmes de Vingadores. A franquia arrecadou mais do que qualquer outro filme da indústria cinematográfica, com Vingadores: Ultimato detendo o recorde de filme de maior bilheteria de todos os tempos.

Além dos filmes de super-heróis, Evans participou de vários filmes de incrível sucesso comercial e crítico. Um deles foi O Expresso do Amanhã de Bong Joon Ho. Ele também desempenhou um papel fundamental em Entre Facas e Segredos de Rian Johnson. Evans ganhou o respeito de fãs de cinema de todos os tipos, demonstrando sua paixão por atuar em grandes projetos financiados por estúdios e também em projetos indie mais artísticos, agregando-se à sua conhecida e respeitada versatilidade.

O que mais Chris Evans faz?

Chris Evans passou toda a sua carreira na frente das câmeras, com muitos elogios por sua boa aparência e físico. Conforme o artista nele cresce e amadurece, ele se vê atrás das câmeras para um filme de 2014 produzido pela McG’s Wonderland Sound and Vision intitulado Before We Go. Embora o filme tenha tido um fraco desempenho crítico e comercial, Evans afirmou que ainda planeja dirigir mais filmes e que aprendeu muito com sua experiência na direção de Before We Go. Em sua estreia como diretor, seu próximo projeto receberá o apoio e o entusiasmo de suas dezenas de milhões de fãs.

Saindo da indústria do entretenimento, Evans está mostrando sua versatilidade e nos últimos anos tornou-se um empresário. Ele co-criou uma plataforma de engajamento cívico baseada em vídeo chamada A Starting Point, que visa criar um canal bipartidário de comunicação e conectividade entre os americanos e seus representantes eleitos. Em um nível social, ele é uma sensação no Twitter, ganhando alguns dos mais retuítes e favoritos de seus mais de 14 milhões de seguidores por tweets sempre brutalmente honestos e muitas vezes engraçados.

Este ano, Evans estrelou em Defending Jacob da Apple TV+. Ele foi confirmado para estrelar ao lado de Ryan Gosling em um filme dos Irmãos Russo intitulado The Gray Man. O filme é baseado em um romance de Mark Greaney, co-autor dos romances de Jack Ryan. A data de lançamento do filme ainda não foi determinada. Com a década de 2010 sendo uma década de incrível sucesso para Evans, sendo ele um dos maiores atores a liderar o cinema durante esses dez anos, a década de 2020 com certeza parecerá ainda melhor para a incrível e amada estrela.

Nós, do Hollywood Insider, continuaremos defendendo um de nossos superstars favoritos: Chris Evans. Nós o respeitamos e torcemos por você.

Por Armando Brigham

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Tradução e Adaptação: CEBR 

Fonte: HollywoodInsider

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14.12.2020

Chris Evans está ficando melhor com a idade e ainda melhor com o sucesso – mais gracioso, mais engajado, mais disposto a usar a voz. E apenas mais legal. Ele nem mesmo nos disse para cuidar da nossa própria vida quando investigamos tudo, desde as músicas que o trazem de volta ao que ele diria a seu eu de 13 anos. A estrela de Knives Out, nativo de Sudbury, amante de cães, futura voz do Buzz Lightyear e co-fundador do site de engajamento cívico A Starting Point, tirou um tempo das filmagens para responder corajosamente a 10 de nossas perguntas mais variadas.

Livro favorito quando estava crescendo?

Siddhartha de Herman Hesse. E ainda é meu livro favorito hoje. Eu li pela primeira vez no colégio e até aquele momento, nunca tinha lido um livro de uma só vez. Eu simplesmente não conseguia parar. Nenhum outro livro teve tanto impacto

Música que te traz de volta?

Qualquer coisa do Alice in Chains. Eu estava no colégio durante o auge da era grunge e tínhamos músicos realmente incríveis. Kurt Cobain, Chris Cornell, Eddie Veder, Laye Staley, Jerry Cantrell. Esse tipo de música foi uma grande parte da minha infância. E, obviamente, rock clássico. Led Zeppelin sempre estará no topo da minha lista.

Boné de beisebol que você mais usa?

Tendo crescido na Costa Leste, seu chapéu se tornou parte de sua identidade. Eu geralmente fico muito apegado a um chapéu e o uso até que se desintegre. No momento, estou usando um boné da NASA na maior parte do tempo. Mas posso estar pronto para mudar.

Que tipo de besteira você gosta de comer?

Eu sou um grande fã de doces. Skittles, Jelly Beans, gummy bears. Eu consigo devorar um grande saco de doce sem sentir. Quanto a fast food, seria uma variação entre Taco Bell e Burger King. Entretanto, as batas fritas do McDonalds são as melhores. As casquinhas de sorvete deles também.

Cerveja preferida para o dia do jogo?

Qualquer IPA (India pale ale). Ballast Point é ótima. Eles têm uma IPA de toranja que é fantástica. Refrescante com um teor alcoólico surpreendentemente elevado. Conclui o trabalho.

Filme que você já viu mais vezes e por quê?

Talvez Tombstone. Sempre que está na TV, o que é MUITO, tenho que assistir. Cada cena é tão boa, e Val Kilmer é fenomenal pra caralho. Se eu tivesse que escrever todo o roteiro de memória, acho que poderia conseguir pelo menos 80% lá.

Melhor jogo que você já assistiu?

Tive a sorte de estar no Super Bowl 2017, onde os Patriots venceram os Falcons. Estávamos perdendo por 28-3, faltando apenas 2 minutos para o fim do terceiro período. É o maior retorno na história do esporte, e aconteceu durante o Super Bowl. Eu perdi a porra da minha cabeça.

Quantas horas de sono você precisa para funcionar?

Normalmente tento dormir pelo menos 6 horas, mas provavelmente posso funcionar em 5. Também dou um cochilo incrível. Trabalhando em sets de filmagem por tantos anos, você se acostuma a ter pequenas janelas de tempo para roubar sonecas de gato. Se você me der 5 minutos, provavelmente conseguirei 4 minutos de um bom sono com isso.

Conselho que você daria ao seu filho ainda não nascido?

Diga sim às coisas. Arrisque-se. Não tenha medo de ser vulnerável. Seja gentil, mesmo que não seja merecido. Não se leve muito a sério. Foda-se as redes sociais.

O que você diria ao seu eu de 13 anos?

MANTENHA UM DIÁRIO! Coloque o ruído do seu cérebro nisso e, quando terminar de escrever, tente dar um descanso ao ruído do cérebro.

Estilista favorito? (Isso é uma piada, não responda)

A ÚNICA ILARIA URBINATI!!!!!

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Tradução: Chris Evans Brasil

Fonte: Leoedit.com

 

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22.10.2020

BOSTON – Então você é Tim Scott, o senador republicano da Carolina do Sul que se opõe a Roe v. Wade e quer revogar o Affordable Care Act, e recebe uma ligação de Chris Evans, uma estrela de Hollywood e democrata de longa data que vem atacando o presidente Trump por anos. Ele quer se encontrar. E filmar. E compartilhar em sua plataforma online. Alguém pode dizer “Borat?”

“Eu estava muito cético”, admite Scott. “Você pode pensar no pior cenário possível.”

Mas então Scott ouviu falar de outros senadores. Eles apoiaram Evans, mais famoso por interpretar o Capitão América em uma série de filmes que arrecadou mais de US $ 1 bilhão em todo o mundo. O ator também ligou para a equipe de Scott para fazer um apelo pessoal.

Funcionou. Em algum momento de 2018, Scott se encontrou com Evans na capital do país, e sua discussão, que variou de reforma penitenciária a empréstimos estudantis, é uma das mais de 200 entrevistas com funcionários eleitos publicadas em “A Starting Point”, uma plataforma online que o ator ajudou a lançar em julho. Não muito depois, Evans apareceu em uma Live no Instagram de Scott. Eles têm planos de fazer mais juntos.

“Embora seja um liberal, ele procurava ter um diálogo real sobre questões importantes”, diz Scott. “Para mim, trata-se de querer conversar com um público que pode não estar acostumado a ouvir comentários de conservadores e republicanos”.

Evans, o ator e diretor Mark Kassen e o empresário Joe Kiani lançaram “A Starting Point” como uma resposta ao que eles veem como um clima político profundamente polarizado. Eles queriam oferecer um local para informações sobre questões sem um viés partidário. Para fazer isso, eles sabiam que precisavam da participação de ambas as partes.

Evans, 39, sentou-se no pátio do lado de fora de sua casa em Boston em uma tarde recente falando sobre a plataforma. Ele vestia uma camiseta preta e jeans e passou parte da entrevista perseguindo seu cão de resgate marrom.

Quase 100 milhões de pessoas não votaram nas eleições gerais de 2016, diz Evans. Isso é mais de 40 por cento dos que eram elegíveis.

Ele acredita que a raiz desse desinteresse é a maldade em ambos os lados do corredor. Muitos eleitores em potencial simplesmente desligam as notícias, quanto mais falar sobre a política real.
“A Starting Point” pretende oferecer um lar digital para as pessoas ouvirem as autoridades eleitas sem que a conversa seja enquadrada por Tucker Carlson ou Rachel Maddow.

“A ideia é. . . _ Ouça, você está no cargo. Não posso negar o impacto que você tem ‘”, diz Evans. “‘ Você pode votar em coisas que afetam minha vida ’. Deixe que este seja um cenário de ideias concorrentes, e eu sentarei com você e conversarei com você.”

Ou, como diz a senadora Lisa Murkowski (R-Alaska), que apareceu no site, “Às vezes, não há problema em ser chato. Você está sendo apresentado a dois lados. Não precisa ser tudo sensacional. Às vezes, podem ser apenas fatos bons. ”
Evans nem sempre foi ativo na política. Na Lincoln-Sudbury Regional High School, ele se concentrou no teatro, não no governo estudantil. E ele se mudou de casa em seu último ano, trabalhando em uma agência de elenco em Nova York, enquanto pressionava por shows. Seu tio, Michael E. Capuano, serviu como congressista em Massachusetts por 20 anos, mas, além de ser voluntário em parte de sua campanha, Evans não era particularmente político.

Nos últimos anos, ele leu a filósofa política Hannah Arendt e a feminista Rebecca Solnit em “The Mother of All Questions” – a ex-namorada Jenny Slate deu-lhe o último – e ficou cada vez mais chateado com as políticas e comportamento de Trump. Ele passou a acreditar que pode expressar seus próprios pontos de vista sem criar um conflito com “A Starting Point”. Quando ele e Scott falaram no Instagram, o presidente não foi mencionado. Em contraste, recentemente Evans e outros membros do elenco dos Vingadores participaram de uma arrecadação de fundos virtual com a candidata democrata à vice-presidência, Kamala D. Harris.

“Não quero me tornar uma folha em branco de repente”, diz Evans. “Mas meu maior problema agora é apenas fazer as pessoas votarem. Se eu começar a dizer, ‘vote Biden; f Trump, ‘minha base vai gostar. Mas eles já estavam votando em Biden ”.

(Em setembro, Evans acidentalmente postou uma imagem de provavelmente seu pênis online e, depois de excluí-la, twittou: “Agora eu tenho sua atenção … Vote em 3 de novembro !!!”)

Evans começou a cogitar a ideia que se tornou “A Starting Point” em 2017. Ele ouviu algo no noticiário – não consegue se lembrar exatamente o quê – e decidiu pesquisar informações na Internet. Em vez de encontrar respostas concretas, Evans caiu na toca do coelho de opiniões e reivindicações conflitantes. Ele começou a falar sobre isso com Kassen, um amigo desde que dirigiu Evans em “Puncture” de 2011. E se eles obtivessem as informações diretamente de autoridades eleitas e as apresentassem sem rodeios? Kassen, por sua vez, apresentou Evans a Kiani, que fizera fortuna com uma empresa de tecnologia médica que fundou e, das três, era a mais politicamente envolvida.
Kiani doou para dezenas de candidatos democratas em todo o país e no início deste ano contribuiu com US $ 750.000 para o Unite the Country, um super PAC destinado a apoiar Joe Biden. Mas ele gostou da ideia de se concentrar em algo maior do que uma única corrida ou iniciativa partidária. Ele, Kassen e Evans financiariam “A Starting Point”, que tem cerca de 18 pessoas na equipe.

“Não existe mais ABC, NBC e CBS”, diz Kiani. “Existem Fox News e MSNBC. O que isso significa é que não estamos mais sendo censurados. Estamos nos autocensurando. E as pessoas vão para sua própria câmara de eco e não ficam mais sabendo. Se você permitir que ambas as partes falem, pelo mesmo período de tempo, sem incitá-las a entrar em hipérbole, quando as pessoas olham para o ponto de vista dos dois lados de ambos os tópicos, pensamos que na maioria das vezes elas chegarão a um conclusão razoável. ”

“O que as pessoas fazem com muita frequência é entrar em seus silos e apenas assistir, ouvir e ler o que concordam”, disse John Kasich, o ex-governador de Ohio e ex-candidato presidencial republicano. “Se você for ao site de Chris, não poderá se enterrar em seu silo. Você consegue ver o outro ponto de vista. ”

Por mais que alguns gostem de culpar Trump por todos os conflitos em Washington, o senador Christopher A. Coons (D-Del.) Diz que observou a mudança de tom por décadas. Ele gostou de se sentar com Evans e fazer comentários regulares para “Daily Points”, um lugar na plataforma para comentários de não mais que dois minutos. Durante as audiências de confirmação da Suprema Corte, Coons gravou um comentário sobre a juíza Amy Coney Barrett e o Affordable Care Act.

“‘A Starting Point’ precisa ser um recurso sustentável”, diz Coons. “Chris sempre fala sobre ser‘ Schoolhouse Rock ’para adultos.”

Não é por acaso que Evans conduziu pessoalmente todas as mais de 200 entrevistas em “A Starting Point” durante viagens a DC. Celebridades frequentemente tentam mobilizar o público, seja Eva Longoria, Tracee Ellis Ross e Julia Louis-Dreyfus anfitriã do Democrata Convenção Nacional ou Jon Voight gravando videoclipes para elogiar Trump.

Mas, neste caso, Evans está usando seu status de uma maneira diferente, para atrair até o republicano mais hesitante a se sentar para um bate-papo equilibrado. E ele está disposto a posar com qualquer pessoa, mesmo que isso signifique se explicar no “The Daily Show” depois que o senador republicano Ted Cruz do Texas postou uma selfie com Evans. (Duas tentativas de entrevistar Trump não trouxeram resposta.)

Murkowski se lembra de quando Evans veio ao Capitólio pela primeira vez em 2018. Ela admite que não sabia quem ele era – ela ainda não tinha visto nenhum filme da Marvel. Ela estava em minoria.

“Conhecemos pessoas interessantes e importantes, mas, cara, quando o Capitão América estava no Senado, era tudo burburinho”, diz ela. “E as pessoas ficavam tipo,‘Você tirou uma foto?’ Eu disse: ‘Sim, sentei-me e fiz a entrevista.’ ‘Você deu uma entrevista? Como você conseguiu uma entrevista com ele?’”

O que impressionou Murkowski não foi seu poder de estrela. Foi como Evans conduziu a entrevista.
“Foi relaxante”, diz ela. “Você não se sentia como se estivesse na frente de um repórter que estava apenas esperando você dizer algo em que seria pego mais tarde. Foi um diálogo. . . e precisamos de mais diálogo e menos pegadinhas. ”

“Starting Points” oferece respostas de dois minutos por funcionários eleitos em oito áreas temáticas, incluindo educação, meio ambiente e economia. É aqui que as entrevistas que Evans conduziu podem ser encontradas. “Daily Points” apresentou um fluxo constante de republicanos e democratas. Uma terceira área, “Counterpoints”, hospeda pequenos debates entre autoridades sobre assuntos específicos. Eric Swalwell, um democrata da Califórnia, debateu a votação por correspondência com Dusty Johnson, o congressista republicano de Dakota do Sul.

“A maioria dos americanos não consegue citar mais do que cinco membros da Casa dos Estados Unidos”, diz Johnson. “‘ A Starting Point’ permite que membros atenciosos falem com um público mais amplo do que normalmente faríamos.”

A equipe de mídia social da plataforma publica clipes potencialmente interessantes, seja o senador Mike Lee (R-Utah) discutindo sua reunião com Barrett pouco antes de seu teste ser positivo para o coronavírus, ou Angus King, o senador independente do Maine, criticando Trump por seus comentários sobre uma potencial transferência pacífica de poder após a eleição de novembro. Kassen observa que o clipe de King foi visto mais de 400.000 vezes na conta do Twitter de “A Starting Point”, em comparação com os 10.000 que pegaram na plataforma de mídia social da CNN.
“Por se tratar de uma mídia de formato reduzido, fomos projetados para ser sociais”, diz Kassen. “Como resultado, quando algo pega, é transmitido ao nosso público muito bem.”

O segredo é usar ferramentas modernas para divulgar conteúdo que seja diferente do que você pode encontrar nas notícias modernas a cabo. Ou nas redes sociais. Que é o que Evans espera que leve a mais engajamento. Ele está particularmente orgulhoso de que mais de 10.000 pessoas se registraram para votar em ” A Starting Point ” desde que foi lançado online.

“Se o impacto deste site for algum tipo de unidade entre as partes, ótimo”, diz Evans. “Mas se ninguém ainda está votando, não funciona. Precisamos de pessoas envolvidas. ”

 

 Tradução: Amanda Cerdeira

Créditos: Chris Evans Brasil

Fonte: Washington Post

 

FOTOS: WASHINGTON POST – MARVIN JOSEPH
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