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27.12.2021

Empire 2022 Preview: diretor Angus MacLane fala sobre Lightyear

post por: Laly Fiúza

A revista Empire terá um especial na sua edição de Fevereiro sobre os filmes mais aguardados de 2022, intitulada “The Empire 2022 Preview“. Entre os filmes mencionados está ‘Lightyear‘, que estreia dia 17 de junho.

 

Na matéria, o diretor Angus MacLane explica com mais detalhes sobre como a história do filme será conduzida, como surgiu a ideia de fazer um filme sobre o patrulheiro espacial e reforça o que o difere da franquia Toy Story, uma vez que Lightyear se trata da história do verdadeiro Buzz, o qual o brinquedo de Toy Story é baseado.

 

Abaixo vocês conferem a matéria traduzida:

 

 

LIGHTYEAR: O herói galáctico de Toy Story está de volta… mas não como o conhecemos.

 

O BONITÃO ESPACIAL Buzz Lightyear passa boa parte do filme Toy Story (1995) convencido que é mais homem do que brinquedo, mais tarde sofrendo com uma crise existencial depois de perceber que ele é, de fato, um mero brinquedo. A pura indignação!

 

Agora, entretanto, a Pixar está levando o personagem para um lado ainda mais meta, explorando o homem real (bom, você entendeu) que o boneco Buzz foi baseado. O Buzz Lightyear de verdade. Sacou?

 

Esse é o conceito principal por trás de Lightyear (Pixar), uma surpreendente volta ao universo dos filmes que faz parte de outro universo completamente diferente. Mesmo com o estúdio fazendo diversos filmes originais (como o próximo Red: Crescer é uma Fera), por que voltar ao universo de Toy Story?

 

“Buzz é um personagem pelo qual sou ligado desde que eu me juntei ao estúdio, em 1997.”

 

Explica o diretor Angus MacLane, que trabalhou como animador nas primeiras iterações de Buzz, ajudou a criar o design do Imperador do Mal Zurg e dirigiu alguns episódios da série dos anos 2000 “Buzz Lightyear of Star Command”.

 

“Depois de trabalhar em Procurando Dory [que ele co-dirigiu] eu tive a ideia: ‘Por que não fazemos esse filme legal de ficção científica que nós iríamos querer ver quando crianças? Mas com Buzz Lightyear como o personagem.’ Qual o filme que Andy de Toy Story iria ter visto? Ou uma versão séria, final e direta de aventura e ação – um filme de ficção científica sério?”

 

Um filme do Buzz Lightyear não é mencionado em Toy Story, ainda sim MacLane e sua equipe estão olhando para Lightyear como uma prequel aos filmes de Buzz que o brinquedo pudesse ser baseado concebivelmente. Pelas cenas que vimos, é claro que nosso herói está envolvido em quebrar barreiras da viagem espacial, com uma história com missões perigosas, robôs fofos e aliens que ajudarão ou dificultarão o nobre piloto, um homem de ação muito mais direto do que o Buzz que estamos acostumados a ver.

 

O Buzz de “Lightyear” parece que vai ser menos cômico e menos confuso. Mais o seu astronauta alfa confiável. Para interpretar um tipo tão corajoso, MacLane e seu time foram rápidos na decisão sobre alguém com a experiência de coragem e ação. Um certo Chris ‘Capitão América’ Evans.

 

“Nós sentimos que precisávamos de alguém com gravidade natural para eles, alguém que podia interpretar o homem correto.” explica MacLane. “Alguém que poderia ser o herói sem humor e queixo quadrado, mas também pudesse ser familiar o suficiente com aquela persona de se zombar sem prejudicar o personagem. Está sendo um sonho trabalhar com ele.”

 

Pelo o que o diretor diz, Evans entrou de cabeça nessa nova perspectiva sobre Buzz e, assim como Cap, ele será mais que um simples protagonista.

 

“Ele é um grande apoiador do projeto, e foi uma grande fonte de energia para ele. É muito divertido mostrar o material novo para ele e ver ele atuando. Ele é exatamente a estrela e a pessoa maravilhosa que você pensa que ele é. Tem um senso de responsabilidade que ele sente pelo personagem e uma reverência. Ele realmente quer fazer de um jeito certo, então tem sido uma jornada de descobertas, encontrando o personagem dele e totalmente encorpando ele por 90 minutos enquanto expandimos a mitologia.

 

É verdade que, diz MacLane, transformar o brinquedo em homem tem sido divertido – especialmente porque não tinha muito para onde se ir em primeiro lugar.

 

“Tinham apenas algumas coisas mencionadas nos filmes de Toy Story: as asas são de liga carbônica, ele tem um braço de laser, Zurg é o cara mau… mas não muitas coisas. Nós decidimos pegar os ecos disso e aplicar aqui.”

 

Lightyear terá algumas referências à Toy Story mas o foco, diz MacLane, não é transformar o filme em uma caça extravagante ao easter-egg. Na verdade, suas influências são mais profundas.

 

“É feito para ser uma carta de amor aos filmes de ficção científica do período dos anos 1977-1987.” ele diz. “Mas também é muito influenciado pela fotografia dos anos 1970 e a pela Nouvelle Vague.”

 

Estilo de ficção científica retrô, pitadas de Nouvelle Vague e o possível retorno do perverso Imperador Zurg? Com uma combinação improvável, certamente Lightyear dará o poder de levar a franquia para o infinito… bom, você sabe o resto.

 

 

Tradução: Amanda Gaia – Equipe CEBR

FONTE | VIA

27.10.2021

Angus MacLane, diretor de ‘Lightyear’, fala sobre a escolha de Chris Evans para o papel e seu envolvimento na produção do filme.

post por: Laly Fiúza

Angus MacLane, diretor do filme Lightyear, forneceu duas entrevistas aos veículos de imprensa internacionais Collider e Fandango respectivamente, onde deu detalhes sobre a escolha de Chris Evans para o papel de Buzz Lightyear e o envolvimento dele na produção do filme.

 

Abaixo vocês conferem os trechos traduzidos de cada entrevista:

COLLIDER: Por que Chris Evans? O que o tornou a pessoa certa para dar voz a esse personagem?

 

MacLANE: Eu queria que o filme tivesse uma gravidade e uma seriedade, mas também um ator que pudesse trazer a comédia com essa seriedade. Ele foi realmente a primeira e única escolha. Eu não tinha um número dois. Ficou muito claro desde o início. Era como, “Se você fosse fazer um filme de ficção científica legítimo sobre Buzz Lightyear, quem você escolheria? Bem, Chris Evans. ” Você precisa de alguém que tenha esse poder de estrela. Se tivesse que ser live-action, quem faria? Ele pode fazer as duas coisas. Embora aquele queixo ficaria tão estranho em live-action. Você nunca poderia contornar isso. Mas ele foi a primeira escolha e ele tem sido um parceiro incrível. Ele pegou totalmente o material de imediato e sentiu o senso de responsabilidade para descobrir a tradução para o personagem neste contexto maior de filme de ficção científica e realmente entregá-lo. Ele tem sido um parceiro criativo maravilhoso em todo o processo.

 

FANDANGO: Quando Chris Evans entrou no projeto?

 

MacLANE: Muito cedo. Ele foi a primeira escolha, assim que soubemos que iríamos fazer isso. E ele apareceu, dirigiu até a Pixar. E nós saímos por um dia e apresentamos o filme para ele. E ele ficou emocionado. Ele realmente ficou. Ele entendeu totalmente o que estávamos procurando. Ele tem feito parte do processo de afiar aquela voz e reconhecer a reverência ao que poderia ser, e o que o personagem deveria ser, e levar isso a sério, e encontrar a comédia no personagem, e não em zombaria. Mas por causa de sua gravidade e poder de estrela, por causa de quem ele é como artista, ele sabe como carregar aquele herói clássico do cinema. Mas ao mesmo tempo, ele saberá como subvertê-lo e zombar dele ao mesmo tempo, de uma forma muito sábia. Não é uma subtração do personagem.

 

Tem sido uma experiência maravilhosa. Ele é uma alegria. E ele é um fã de animação. Ele já considerou ser um animador, então ele estava realmente interessado no processo. Você nem sempre tem isso. Realmente ajudou a mostrar a ele a sequência em storyboards, e ele dizia: “Entendi.” Ele poderia simplesmente fazer aquilo. Principalmente cenas de ação. Ele é tão bom. Não posso dizer coisas boas o suficiente sobre Chris Evans. Estou tão feliz que ele disse sim.

 

Tradução: Amanda Cerdeira – Equipe CEBR

Adaptação: Laly Fiúza – Equipe CEBR

09.06.2021

Newsweek: Entrevista com Chris Evans e Mark Kassen

post por: Laly Fiúza

Abaixo vocês conferem a entrevista completa traduzida da matéria de Junho da Newsweek com Chris Evans e Mark Kassen.

 

 

Chris Evans e Mark Kassen sobre Confiança, Jovens Eleitores e Evitando ‘Entrevistas com Pessoas Famosas’ por David H. Freedman

 

Chris Evans é mais conhecido por interpretar o Capitão América, que se junta a outros super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel para formar os Vingadores. Na vida real, Evans se juntou ao diretor e ator Mark Kassen e ao empresário da área de saúde e filantropo Joe Kiani para lançar um site e aplicativo chamado A Starting Point, com o objetivo de fazer com que os jovens se interessem em aprender mais sobre seus governantes eleitos e questões políticas.

 

Evans e Kassen se encontraram com David H. Freedman da Newsweek via Zoom para falar sobre alguns dos obstáculos que eles tiveram que superar, o sucesso que tiveram até agora e suas ambições para o projeto.

 

CE: Primeiro tivemos que coletar as entrevistas. No primeiro ano e meio antes do lançamento, a maior parte do que fizemos foi ir a Washington, D.C., e bater de porta em porta para tentar coletar essas entrevistas. Precisávamos conquistar confiança.

 

MK: Não sei se você está ciente disso, mas Chris é famoso. Às vezes eu simplesmente esqueço disso, porque eu o conheço há muito tempo e para mim ele é apenas uma pessoa normal. Então, quando fomos para Washington, fiquei surpreso ao ver como as pessoas estavam animadas e nervosas para conhecê-lo. Muitos deles nos disseram que as celebridades costumam vir a Washington para tentar lhes dizer o que fazer. Eles gostaram que estivéssemos pedindo que falassem sobre o que pensam. E gostaram que não estivéssemos apenas procurando as histórias mais emocionantes e sensuais. Pedimos a eles que falassem sobre alguns dos assuntos que são importantes para eles e seus estados, e sobre os quais geralmente não falam.

 

CE: É muito mais fácil agora que as conversas estão se espalhando. Atualmente, estamos recebendo ligações de funcionários eleitos que desejam ser incluídos.

 

NW: Você espera que o A Starting Point possa resolver a polarização extrema entre eleitores e no governo?

 

CE: O site não foi projetado para promover o bipartidarismo. Esta não é uma sessão de terapia para a esquerda e a direita para que todos nós podemos descobrir como cantar ciranda. Foi criado para promover o engajamento dos jovens. Se não conseguirmos que mais jovens votem, nunca teremos um governo que reflita com precisão quem somos como país. Sentimos que a melhor maneira de combater a apatia e promover o engajamento é mostrar todo o espectro de opiniões que existem. Muitas dessas opiniões são diferentes das minhas, mas eu queria manter isso fora disso e deixar que os jovens decidissem por si próprios.

 

MK: Os dois partidos parecem moldar as narrativas que ouvimos em diferentes meios de comunicação. Queríamos que os políticos conversassem conosco sobre os problemas sem as narrativas.

 

CE: Os jovens podem detectar giros jornalísticos tão bem quanto qualquer pessoa. Nosso princípio orientador – e acho que é bastante exclusivo para nós – é que fornecemos essas informações de uma forma totalmente imparcial. O conteúdo vem diretamente de políticos eleitos. Mark teve uma ideia fantástica sobre nossos perfis de políticos diferentes, mas eu fiquei imediatamente cauteloso, porque seria difícil fazer isso sem deixar que nossas próprias opiniões afetassem a maneira como os fazemos. Isso pode ser em parte porque eu sou tão politicamente ativo nas redes sociais e quero ter certeza de nunca deixar que isso se infiltre neste site. Eu estava realmente preocupado com a possibilidade de sermos rotulados como uma espécie de máquina de propaganda esquerdista, que houvesse algum tipo de agenda liberal. Mas isso não aconteceu de forma alguma.

 

NW: Como o A Starting Point irá evoluir nos próximos meses e anos?

 

CE: Estamos acostumados a fazer filmes, onde quando o filme acaba você o lança e não pode fazer nenhum ajuste, você não pode voltar atrás e polir e melhorar. Mas este site é uma coisa viva. Podemos consertar este carro enquanto dirigimos pela estrada. Havia certas coisas que eram de alta prioridade logo no início, incluindo fazer com que autoridades eleitas falassem conosco e chamar a atenção do site. Mas agora que fizemos isso, estamos analisando o que mais podemos fazer.

Estamos pensando nas ideias de Mark sobre perfis ou fazendo outros tipos de mergulhos profundos. Poderíamos levar uma equipe de filmagem e ir ao distrito de uma autoridade eleita e talvez fazer com que essa pessoa lhe mostre tudo, como um minidocumentário. Acho que podemos evitar que isso seja um caminho para o partidarismo; faremos isso com democratas e republicanos. À medida que nos estabelecemos como um lugar confiável para informações honestas e equilibradas, sem rodeios, podemos começar a dobrar um pouco mais os mecanismos para começar a fazer mais perguntas.

 

MK: Não seremos jornalistas investigativos. Mas uma maneira pela qual queremos expandir nossa cobertura é ir além do Congresso para as legislaturas estaduais. Começaremos a fazer isso no próximo ano e gostaríamos de envolver o maior número possível de níveis de governo.

 

CE: Mark também teve a ideia de receber comentários de pessoas influentes que não são autoridades eleitas. Seria um pouco como estabelecer uma pousada online, onde uma celebridade ou outra pessoa pode entrar e fazer uma ação rápida no meio ambiente, por exemplo. Seria uma boa maneira de obter mais visibilidade sobre o que temos aqui. Já falei com algumas pessoas sobre as aparições, embora algumas possam ficar um pouco assustadas em opinar publicamente sobre as questões.

 

MK: Nós apenas temos que ter certeza de que não transformaremos isso repentinamente em entrevistas com pessoas famosas, e que não faremos coisas que as pessoas podem conseguir em outro lugar. Só temos que continuar tentando coisas diferentes para ver o que funciona.

 

NW: Vocês já pensaram em sair da política?

 

CE: Sim. Eu adoraria fazer qualquer coisa que visasse fornecer informações concisas diretamente daqueles que estão mais informados ou mais envolvidos em um determinado tópico, seja ciência, economia ou história. A essência deste site é entender quem está no cargo, independentemente do nível de especialização em uma área, porque ele está votando em coisas que vão mudar sua vida. Mas quando você está conversando com autoridades eleitas sobre a economia, às vezes você não consegue deixar de pensar: não deveríamos estar falando com um economista sobre isso? Ou pode ser esportes. Como se você pudesse fazer com que LeBron James lhe ensinasse o ataque do triângulo. Há um milhão de maneiras pelas quais isso poderia evoluir e, para ser honesto, a maioria delas provavelmente seria mais empolgante do que a política.

 

MK: Fomos abordados por pessoas da área de finanças, onde todos nós lutamos para descobrir algumas coisas. Como aplicamos nossos princípios orientadores a isso ou a outras áreas, como a saúde? Estamos tentando entender onde podemos ser úteis e, à medida que isso cresce, continuaremos a desenvolver esses casos.

 

CE: Temos sorte de sermos autofinanciados, o que nos livra do tipo de pressão que outras empresas têm para fazer o que funciona para seus resultados financeiros. Temos a liberdade de seguir nosso próprio ritmo e descobrir o que será mais benéfico. Uma coisa que realmente queríamos fazer desde o início era criar formas de envolvimento pessoal em eventos. Essa é uma ótima maneira de deixar as pessoas entusiasmadas. Mas acabamos tendo que lançar durante uma pandemia, então tivemos que deixar isso de lado. Mas estamos olhando de novo agora.

 

 

Abaixo vocês encontram as fotos em HQ do ensaio para a Newsweek:

PHOTOSHOOTS & PORTRAITS > PROFISSIONAL > 2021 > NEWSWEEK

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Tradução: Amanda Gaia – Equipe CEBR

Fonte: Newsweek

09.06.2021

Chris Evans fala sobre ‘A Starting Point’ para a revista Newsweek.

post por: Laly Fiúza

No mês de Abril, o ASP fechou uma parceria com a revista Newsweek com o objetivo de criar uma série multiplataforma explorando o impacto da Geração Z na política americana.

 

Agora no mês de Junho a Newsweek divulgou uma matéria com o Chris como capa onde ele fala sobre o esse novo projeto do ASP para com a geração Z, e também uma entrevista juntamente com Mark Kassen na qual eles falam sobre o site de engajamento cívico ‘A Starting Point’ e mais sobre o projeto em conjunto com a revista.

 

Abaixo vocês conferem a matéria completa traduzida:

 

 

Chris Evans era o Capitão América, agora ele quer ajudar a geração Z a remodelar a política dos EUA

 

Os membros do Congresso recebem muitos telefonemas de pessoas querendo coisas, a maioria das quais recebe desculpas educadas de funcionários. Mas ultimamente, uma chamada em particular está constantemente passando pelos porteiros: a de Chris Evans. Sim, aquele Chris Evans.

 

Por um ano e meio, a megaestrela de 39 anos (ele completa 40 em 13 de junho), mais conhecido por interpretar o Capitão América nos filmes da Marvel, tem trabalhado silenciosamente nos corredores do Capitol, ocasionalmente pessoalmente, em um esforço para persuadir senadores e deputados a deixar de lado sua hipérbole hiperpartidária e explicar, em menos de dois minutos, seus pontos de vista sobre política e política para uma nova geração de jovens eleitores em potencial.

 

As entrevistas de dois minutos são postadas no A Starting Point, um aplicativo e site que Evans cofundou com o diretor e ator Mark Kassen e o empresário da área de saúde e filantropo Joe Kiani. Políticos falando sobre política pode parecer um fardo pesado para o grupo TikTok, mas o empreendimento até agora desafiou a gravidade. Tem mais de 140.000 seguidores no Instagram e 72.000 seguidores no Twitter – um grande número para conteúdo apenas político, especialmente devido à abordagem apartidária do site. (Apesar do foco na geração TikTok, A Starting Point não está ativo lá, cedendo esse território aos cartazes mais jovens.)

 

“Eu amo a ideia de obter informações concisas das pessoas que estão mais envolvidas no processo político, em suas próprias palavras, sem qualquer viés jornalístico ”, diz Evans. “Trata-se de entender quem são essas pessoas no cargo e como elas estão votando.”

 

O site dá aos políticos a chance de opinar a qualquer momento sobre qualquer assunto. Mas grande parte da ação gira em torno de pares de políticos de partidos opostos pressionando sua discordância em torno de questões atuais muito debatidas. Assim, a página inicial recentemente apresentou vídeos de duelo do Representante Republicano de Ohio, Dave Joyce, e do Representante Democrático do Oregon, Earl Blumenauer, discutindo sobre a política federal de cannabis, e a Representante Democrática da Califórnia, Katie Porter, trocando pontos e contrapontos com o Representante Republicano de Dakota do Sul, Dusty Johnson, sobre a eliminação da obstrução.

 

“Quando eu era adolescente, a política parecia algo que estava muito longe do que era importante pra mim”, diz Evans. “Talvez se eu tivesse a chance de ouvir vozes poderosas de alguém como Katie Porter, eu teria ficado inspirado e curioso.”

 

O voto dos jovens tem sido por décadas tão pouco confiável que as campanhas políticas consideram que mal vale seu tempo e esforço, em comparação com a recompensa mais certa dos eleitores mais velhos. A geração do milênio, agora principalmente na casa dos 30 anos, começou a dobrar essa curva, provando serem eleitores relativamente ansiosos. Mas a Geração Z mais jovem, que inclui uma série de novos eleitores a cada ano, acelerou a tendência. Cerca de 55% dos eleitores qualificados com idades entre 18 e 29 anos votaram nas eleições de 2020, em comparação com 44% em 2016, de acordo com o Tufts University’s Center for Information and Research on Civic Learning and Engagement (CIRCLE).

 

Esse salto, que é maior do que o observado em outras faixas etárias em 2020, ajudou a elevar o voto dos jovens para 17% de todos os votos expressos, o maior desde que a idade para votar foi reduzida em 1970. E aumentos adicionais podem estar guardados para futuras eleições, diz a Diretora Adjunta do CIRCLE, Abby Kiesa. O aumento de 2020 foi particularmente desproporcional entre os jovens de 18 e 19 anos, sugerindo que eles e os eleitores com menos de 18 anos que atingirão a maioridade em 2022 e 2024 podem trazer um novo aumento no número de eleitores cada vez mais jovens. “Esse tipo de aumento entre os eleitores jovens é inédito”, diz ela.

 

Os jovens de 10 a 25 anos que Evans tem como alvo têm sido amplamente ignorados pelos políticos. Isso pode ser porque a Geração Z, tendo sido criada quase literalmente em vídeos Snapchat, mostrou pouco interesse nas fontes tradicionais de informação. “Eles são consumidores experientes de mídia digital, mas os candidatos raramente falaram com eles diretamente para abordar o que é especialmente importante para eles”, disse Elizabeth Matto, diretora do Center for Youth Political Participation at Rutgers da Rutgers University. “Qualquer maneira que os governantes eleitos possam envolvê-los online de uma forma não filtrada vai ressoar com eles.”

 

É cada vez mais difícil ignorar a Geração Z. Esses jovens eleitores fazem mais do que apenas comparecer na noite das eleições: eles também são rápidos em se engajar na base da política, incluindo petições, campanhas e protestos. Essa paixão pelos problemas e a vontade de agir sobre eles, juntamente com uma visão de mundo centrada nas mídias sociais, está começando a remodelar o cenário político. O fato de clipes curtos de políticos balbuciantes poderem impressionar esses eleitores jovens pode ser o prenúncio de uma mudança histórica no eleitorado americano.

 

 

Diversos e Apaixonados

 

Além de seus números e propensão para votar, a Geração Z também é a geração mais diversa da história americana moderna. De acordo com uma análise do censo, metade deles são pessoas de cor – 4% mais do que a geração Y e 20% mais do que os Baby Boomers. Isso significa que a justiça racial não é apenas um princípio abstrato no qual eles acreditam – muitas vezes é uma luta pessoal para eles, suas famílias e seus amigos. “Não é que estejamos tentando ser a interface entre as gerações mais jovens e a política”, diz Kassen. “Mas nós sabemos por nossas interações com eles que não estão interessados em narrativas tradicionais.”

 

Também diferenciando a Geração Z estão os eventos extraordinários que aconteceram durante alguns de seus anos mais impressionáveis. Eles viram o surgimento de tiroteios em massa, nas escolas e em outros lugares, como uma característica padrão da vida americana; eles assistiram a vídeos de celular e câmera de corpos de negros mortos a tiros ou sufocados pela polícia; eles viveram quatro anos do presidente mais polarizador dos tempos modernos; eles estão presos na pandemia mais mortal em um século; eles foram atingidos por eventos climáticos cada vez mais extremos; e eles viram insurrecionistas aglomerarem-se no Capitólio enquanto um terço dos americanos se recusava a aceitar os resultados de uma eleição presidencial. Em seguida, gerou uma convulsão econômica que paralisou muitos deles no caminho para a independência financeira.

 

Esses eventos afetam a todos, é claro, mas para os jovens são provavelmente formativos. Embora o impacto total dessas experiências nas visões de mundo da Geração Z ainda não possa ser calculado, está claro que, como grupo, eles não estão interessados em aceitar nada disso. Isso se tornou aparente após o tiroteio em massa de 2018 na Marjory Stoneman Douglas High School em Parkland, Flórida, que matou 17 pessoas. “Os estudantes rapidamente organizaram respostas políticas, não apenas marchando, mas identificando as posições que os membros do Congresso estavam assumindo no controle de armas e envolvendo outros jovens para se registrarem para votar”, diz Matto. A ativista sueca da Geração Z, Greta Thunberg, por sua vez, demonstrou naquele mesmo ano como uma garota de 15 anos poderia chamar a atenção global para o meio ambiente.

 

Vendo que esse tipo de esforço pode alterar as eleições e afetar a política, a Geração Z tornou-se ainda mais engajada politicamente – e impaciente. “Eles não querem ver que os políticos estão tentando e não querem obter vitórias morais”, disse Brent Cohen, diretor executivo do Generation Progress, um grupo de defesa política progressista com foco nos eleitores mais jovens. “Eles querem ver quais políticos podem fazer isso acontecer e fazer com que os projetos sejam aprovados.” Para fazer com que a Geração Z vote em números cada vez maiores e até mesmo eleitorais, ele diz, muitos candidatos vão dar aos jovens o tipo de atenção que até agora foi reservada para eleitores indecisos em estados indecisos.

 

Talia Joseph, 19, está ansiosa para usar esse tipo de músculo político recém-descoberto. Como caloura entrando neste outono na Universidade de Wisconsin em Madison, ela não é apenas uma eleitora jovem, mas também uma eleitora de estado indeciso. “As pessoas da minha idade percebem o impacto que nosso voto teve em 2020”, diz ela. “Gosto de Joe Biden, mas ele não é perfeito. Se ele fizer qualquer política que não aprovarmos, sabemos que podemos pressioná-lo.” Joseph, que é um ano mais velho que Thunberg, é ativo na arrecadação de fundos e organização com o objetivo de aumentar a pressão sobre o governo no combate às mudanças climáticas.

 

 

O poder do TikTok

 

Como a Geração Z estão se decidindo sobre essas questões? Como os primeiros “nativos digitais” – isto é, pessoas nascidas na era do acesso onipresente à Internet – eles dependem menos da mídia tradicional para ter uma ideia do que está acontecendo. “Meus pais checam as notícias todos os dias para se atualizarem sobre as questões”, diz Joseph. “Meus amigos e eu recebemos tudo isso das redes sociais.”

 

Por mídia social, ela não quer dizer Facebook e Twitter. Apesar de toda a atenção que essas plataformas atraíram por seus papéis em influenciar as últimas duas eleições presidenciais, a Geração Z tende a se concentrar no YouTube, Instagram, Snapchat e TikTok. Mais de 100 milhões de americanos são ativos apenas no TikTok, e a maioria deles são da Geração Z; nos 18 meses após janeiro de 2018, a atividade na plataforma aumentou oito vezes. Trump começou a tentar, sem sucesso, fechar o TikTok em julho de 2020, alegando que o aplicativo de propriedade chinesa apresentava um risco de segurança. Também tem sido o marco zero para a atividade da Geração Z principalmente progressiva. Caso em questão: quando um milhão de solicitações de ingressos chegaram online para um comício Trump de junho de 2020 e apenas 6.200 pessoas compareceram, a diferença foi amplamente atribuída a jovens ativistas do TikTok ansiosos para frustrar o então presidente.

 

Chris Evans não estava pensando em nada disso em 2017, quando usou o Google para pesquisar uma sigla legislativa desconhecida que ouvira no noticiário da TV. Ele não se lembra da sigla, mas se lembra claramente de sua frustração em ter que percorrer os resultados da pesquisa que não entregaram uma resposta rápida e clara sobre o problema de política que o preocupava.

 

“Você pode encontrar um vídeo de 30 segundos sobre como fazer quase tudo”, diz Evans. “Mas aonde você vai para obter uma análise rápida de uma questão política e ouvir o que os dois lados têm a dizer sobre isso? Parecia uma grande peça que faltava para mim.”

 

Para fornecer essa peça, Evans recrutou Kassen, um amigo que trabalhou junto no filme Punctura de 2011, e Kiani. Os três cofundaram A Starting Point para preencher a lacuna nas informações online “aqui estão as questões”. Como estavam visando a Geração Z, eles decidiram ficar com vídeos curtos. Para manter o tenor informativo – e para evitar brigas de comida maldosas e sarcásticas – o site não tem comentários ou “curtidas”.

 

“Você tem esses jovens eleitores curiosos que lançam um comentário político em um site e, de repente, são bombardeados com vitríolo”, diz Evans. “Não queríamos fazer parte daquela paisagem desagradável.”

 

Evans também estava determinado a deixar os dois lados falarem. Foi uma decisão difícil para ele, admite, visto que ele próprio é um progressista declarado.

 

“Vimos muitas pessoas em uma festa realmente mostrarem falta de integridade nos últimos anos”, diz ele. “Isso torna difícil colocá-los no mesmo plano que a outra parte.”

 

O sentimento, a princípio, foi mútuo. Muitos dos membros conservadores do Congresso que Evans abordaram recusaram inicialmente, temendo que outro liberal de Hollywood estivesse tentando fazer com que eles parecessem mal em um meio de comunicação de esquerda. Mas ele aos poucos conquistou muitos céticos, diz ele, dando-lhes tempo igual, sem edição ou editorial partidário. Ainda assim, o site traça o limite em falsidades, alegações infundadas e teorias da conspiração. Há republicanos no site defendendo restrições mais rígidas ao voto, mas nenhum cita o suposto roubo da eleição de 2020 como justificativa. “Quer gostemos ou não do que dizem, todos que temos no site merecem estar lá, porque conquistaram o voto do povo”, diz Kiani. “Damos a eles a chance de dizer o que defendem, sem hipérboles e sem ninguém que os interpretem.”

 

Os vídeos em A Starting Point oferecem uma chance de ver os políticos quando eles não estão agradando os eleitores linha-dura de seus partidos ou discutindo com jornalistas em busca de polêmica. Os resultados geralmente dão a sensação de uma conversa descontraída. Alguns são puramente pessoais: o líder major do Senado, Chuck Schumer, lembra em um vídeo que ele se viciou na política depois que um colega de Harvard o convidou para bater de porta em porta para as primeiras campanhas presidenciais de Eugene McCarthy em 1968 – uma oferta que Schumer aceitou apenas porque queria quebrar sua tristeza por ter acabado de ser cortado do time de basquete do primeiro ano.

 

Outros mostram membros do Congresso conhecidos por serem combatentes em busca de maneiras de diminuir o aquecimento. O deputado Dan Crenshaw, um republicano do Texas, insiste que, apesar das fortes divisões no Senado, os membros do Congresso se envolvem em uma grande cooperação bipartidária nos bastidores em muitas questões. E há avaliações francas: o senador Chuck Grassley, um republicano de Iowa, alerta em um vídeo que o bipartidarismo não irá longe até que mais eleitores o apoiem – uma perspectiva fraca no atual clima político.

 

A maioria dos vídeos mostram membros apresentando seus casos sobre as questões de uma forma mais calma e menos contundente do que fariam no Meet the Press. Ilhan Omar, o franco representante democrata de Minnesota, critica educadamente o governo Trump por abandonar o acordo com o Irã que limitava o programa de armas nucleares daquele país e analisa os ajustes do governo Biden por ser lento demais para se juntar a ele.

 

A insistência em permitir que ambos os lados tenham seus apelos não filtrados para o grupo da Geração Z. Não é que eles estejam divididos entre as duas partes; apenas um quinto deles aprova Trump, e cerca de dois terços votaram em Biden – a maior margem, de longe, de qualquer faixa etária, e o voto jovem mais desigual da história moderna. Ao mesmo tempo, os eleitores jovens progressistas parecem ter a mente mais aberta do que os eleitores mais velhos: um terço da Geração Z não republicanos dizem que considerariam votar no republicano em futuras eleições, de acordo com uma pesquisa de 2020 conduzida pela organização sem fins lucrativos Niskanen Center.

 

Independentemente de sua afiliação política, a Geração Z tende a se ressentir de ambos os lados tentando conquistá-los com giros, diz Matto, que pode ser o motivo pelo qual um site como A Starting Point, que está disposto a fornecer exposição política não filtrada, provavelmente terá ressonância com eles. “Eles anseiam e buscam autenticidade”, diz ela. “Esta é uma geração que consegue detectar o BS a um quilômetro de distância.”

 

Jeremy Sutherland, um jovem de 23 anos que se formou em teatro na Northwestern University no ano passado, exemplifica esse interesse em ouvir os dois lados. “Sou bastante liberal e não procuro mudar minha opinião sobre isso”, diz ele. “Mas dou valor a ouvir pessoas que discordam de mim e quero entender de onde vêm suas opiniões.”

 

Sua abordagem relativamente não partidária também ajudou A Starting Point a se popularizar como uma ferramenta de sala de aula, por meio de uma parceria com a Close Up Foundation, que oferece uma série de programas de engajamento cívico para escolas de ensino médio. Outra parceria, com o grupo político de base BridgeUSA, está aumentando a visibilidade do site nos campos universitários.

 

 

Uma força avassaladora

 

Todo esse esforço para engajar politicamente a Geração Z pode parecer desnecessário, visto que eles já estão engajados de maneira incomum. Mas, por mais que seus números de votos fossem em 2020, observa Kiesa do CIRCLE, há razões para acreditar que há espaço para melhorá-los. “Os jovens têm muito menos probabilidade de serem contatados por campanhas ou outras formas de divulgação”, diz ela. “Os republicanos, em particular, não fizeram um trabalho maravilhoso de ajuda.”

 

A mecânica de registro e votação também tende a funcionar fortemente contra a Geração Z. “Muitos deles estão mudando seus endereços ao se mudar para a faculdade, ou onde moram na faculdade, ou se mudam para uma nova cidade após a faculdade”, diz Kiesa. “Isso significa que há barreiras estruturais em torno de como se registrar ou se registrar novamente, ou onde votar.” As escolas de segundo grau geralmente fazem pouco para ajudar os alunos a descobrirem tudo, acrescenta ele, e as informações que eles obtêm na faculdade podem ser imprevisíveis. Enquanto isso, novas leis eleitorais aprovadas por estados vermelhos certamente tornarão mais difíceis para os jovens votar.

 

Se eles conseguirem superar essas barreiras, a Geração Z pode se tornar uma força esmagadora nas eleições. A pesquisa há muito tempo apoia a noção de que quanto mais cedo alguém se envolve na política, maior é a probabilidade de permanecer envolvido. Os números crescentes da Geração Z devem chegar a 29% dos votos até 2036, de acordo com uma análise do grupo de defesa política States of Change. (Em abril, a Newsweek e a ASP se uniram para criar uma série de plataformas cruzadas explorando o impacto da Geração Z na política americana.)

 

A Geração Z provou ser uma força decisiva para Biden, mas pode estar em jogo. “Não acredito que você verá uma grande mudança para a direita nesta geração”, diz Cohen. “Mas isso não significa que eles não votarão nos republicanos, se o partido se representar da maneira certa.” Isso exigiria alguma mudança por parte do GOP e de seus candidatos – no mínimo, eles teriam que descobrir como apresentar seus casos de maneira eficaz no TikTok e no Snapchat.

 

Clique AQUI para ler a entrevista com Chris Evans e Mark Kassen.

 

 

Abaixo vocês encontram as fotos em HQ do ensaio para a Newsweek:

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Tradução: Rafaela Neves – Equipe CEBR

Fonte: Newsweek

09.03.2021

Chris Evans mal pode esperar para visitar as Filipinas ‘Só ouvi coisas incríveis’

post por: Sara Teles

O ator de Hollywood Chris Evans, que é o mais novo embaixador da Smart Communications, disse que mal pode esperar para visitar as Filipinas quando a oportunidade permitir.

A estrela de Capitão América fez o anúncio em uma conferência virtual com a mídia filipina ao falar sobre sua parceria com a empresa de telecomunicações local.

“Eu ouvi grandes coisas [sobre as Filipinas]. Ótimas praias! Eu ouvi isso hoje, na verdade. Eu ouvi boa comida. Pessoas maravilhosas”, disse ele.

“Quero dizer, sempre que estou em qualquer tipo de território asiático, é sempre difícil sair porque é incrivelmente acolhedor e esteticamente bonito, por isso estou ansioso para visitar.”

Dirigindo-se diretamente aos fãs filipinos, Evans disse:

“Mal posso esperar para poder sair. Mal posso esperar para visitar. Não ouvi nada além de coisas incríveis e esta parceria só me deixa mais animado para ir e dizer oi.”

Alfredo Panlilio, presidente e CEO da Smart Communications, também disse que adoraria fazer uma turnê de Evans pelas Filipinas quando ele visitar o país.

“Na verdade, quando conversamos com ele, eu disse que ele tinha um convite aberto para vir às Filipinas, visitar as ilhas e até trazê-lo para Amanpulo se ele quiser. Esperançosamente, quando as restrições de viagem forem suspensas e for seguro para ele viajar, ele adoraria vir ao país e nos visitar aqui”, disse Panlilio.

Questionado sobre o que o fez concordar em se juntar à família Smart, Evans disse:

“Bem, sempre gostei da ideia de trabalhar com uma empresa nas Filipinas. É uma grande parte do mundo e a Smart parecia uma empresa com visão de futuro, então parecia uma boa opção.”

Evans é atualmente o rosto da campanha de 2021 ‘Viva mais inteligente para um mundo melhor’ da empresa, que pretende inspirar as pessoas a se comprometerem com ações sustentáveis ​​com impacto duradouro e positivo para a sociedade.

Quando questionado sobre o que ele faria para inspirar as pessoas a viverem de maneira mais inteligente, Evans disse:

“Eu diria que parece uma banalidade, mas eu diria para ler mais”.

“Acho que é fácil para nós pensar que todos os problemas que estamos enfrentando como país e como mundo são realmente únicos neste momento, quando a verdade é que quando você lê a história, percebe que muitas dessas coisas tendem a se repetir. E você pode obter muitas informações para abordar não apenas o que está acontecendo, mas também abre sua compreensão e compaixão.”

Para seu primeiro Smart TVC, Evans aparece em um anúncio dirigido por Pascal Heiduk, que trabalhou com nomes como Hugh Jackman e Lewis Hamilton e fez filmes comerciais para marcas renomadas como BMW, Montblanc e Mercedes Benz AMG.

O filme comercial de dois minutos termina com Evans dizendo “Simple, Smart Ako!”

Ao longo dos anos, a Smart ficou conhecida por apoiar e promover várias causas, incluindo a obtenção de uma base sólida em inovação, sustentabilidade e construção nacional.

 

Tradução: Amanda Gaia

Créditos: CEBR

Fonte: ABSCBN 

14.12.2020

10 perguntas com Chris Evans

post por: Sara Teles

Chris Evans está ficando melhor com a idade e ainda melhor com o sucesso – mais gracioso, mais engajado, mais disposto a usar a voz. E apenas mais legal. Ele nem mesmo nos disse para cuidar da nossa própria vida quando investigamos tudo, desde as músicas que o trazem de volta ao que ele diria a seu eu de 13 anos. A estrela de Knives Out, nativo de Sudbury, amante de cães, futura voz do Buzz Lightyear e co-fundador do site de engajamento cívico A Starting Point, tirou um tempo das filmagens para responder corajosamente a 10 de nossas perguntas mais variadas.

Livro favorito quando estava crescendo?

Siddhartha de Herman Hesse. E ainda é meu livro favorito hoje. Eu li pela primeira vez no colégio e até aquele momento, nunca tinha lido um livro de uma só vez. Eu simplesmente não conseguia parar. Nenhum outro livro teve tanto impacto

Música que te traz de volta?

Qualquer coisa do Alice in Chains. Eu estava no colégio durante o auge da era grunge e tínhamos músicos realmente incríveis. Kurt Cobain, Chris Cornell, Eddie Veder, Laye Staley, Jerry Cantrell. Esse tipo de música foi uma grande parte da minha infância. E, obviamente, rock clássico. Led Zeppelin sempre estará no topo da minha lista.

Boné de beisebol que você mais usa?

Tendo crescido na Costa Leste, seu chapéu se tornou parte de sua identidade. Eu geralmente fico muito apegado a um chapéu e o uso até que se desintegre. No momento, estou usando um boné da NASA na maior parte do tempo. Mas posso estar pronto para mudar.

Que tipo de besteira você gosta de comer?

Eu sou um grande fã de doces. Skittles, Jelly Beans, gummy bears. Eu consigo devorar um grande saco de doce sem sentir. Quanto a fast food, seria uma variação entre Taco Bell e Burger King. Entretanto, as batas fritas do McDonalds são as melhores. As casquinhas de sorvete deles também.

Cerveja preferida para o dia do jogo?

Qualquer IPA (India pale ale). Ballast Point é ótima. Eles têm uma IPA de toranja que é fantástica. Refrescante com um teor alcoólico surpreendentemente elevado. Conclui o trabalho.

Filme que você já viu mais vezes e por quê?

Talvez Tombstone. Sempre que está na TV, o que é MUITO, tenho que assistir. Cada cena é tão boa, e Val Kilmer é fenomenal pra caralho. Se eu tivesse que escrever todo o roteiro de memória, acho que poderia conseguir pelo menos 80% lá.

Melhor jogo que você já assistiu?

Tive a sorte de estar no Super Bowl 2017, onde os Patriots venceram os Falcons. Estávamos perdendo por 28-3, faltando apenas 2 minutos para o fim do terceiro período. É o maior retorno na história do esporte, e aconteceu durante o Super Bowl. Eu perdi a porra da minha cabeça.

Quantas horas de sono você precisa para funcionar?

Normalmente tento dormir pelo menos 6 horas, mas provavelmente posso funcionar em 5. Também dou um cochilo incrível. Trabalhando em sets de filmagem por tantos anos, você se acostuma a ter pequenas janelas de tempo para roubar sonecas de gato. Se você me der 5 minutos, provavelmente conseguirei 4 minutos de um bom sono com isso.

Conselho que você daria ao seu filho ainda não nascido?

Diga sim às coisas. Arrisque-se. Não tenha medo de ser vulnerável. Seja gentil, mesmo que não seja merecido. Não se leve muito a sério. Foda-se as redes sociais.

O que você diria ao seu eu de 13 anos?

MANTENHA UM DIÁRIO! Coloque o ruído do seu cérebro nisso e, quando terminar de escrever, tente dar um descanso ao ruído do cérebro.

Estilista favorito? (Isso é uma piada, não responda)

A ÚNICA ILARIA URBINATI!!!!!

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Tradução: Chris Evans Brasil

Fonte: Leoedit.com