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postado por Flávia Coelho e categorizado como Entrevistas, Uncategorized
04.05.2016

Rolling Stone Magazine: Porque Chris Evans é o vingador ansioso

Tem helicópteros pretos passando por cima da Hollywood Boulevard. A polícia de Los Angeles fechou o trânsito nas duas direções. Milhares de civis estão aglomerados na calçadas. Se isso fosse um filme de quadrinhos, agora seria a hora perfeita para o céu se abrir e uma nave-mãe alienígena descer aqui e começar a atirar. Mas por ser só a première de Capitão América: Guerra Civil, todo o murmurinho está focado no homem do momento, o líder dos Vingadores, o próprio Capitão América, o ator de 34 anos, Chris Evans, mostrando um sorriso digno de figura de ação, enquanto ele sai de um Audi azul direto no tapete vermelho.

O carro esporte não foi ideia de Evans. A Audi é o grande patrocinador de Guerra Civil e a divulgação parece se estender pela première, onde ele e seu colega de elenco Robert Downey Jr., foram pedidos para chegar em Audis R8s, vermelho para Downey e azul para o Cap. Até ali, Evans estava tendo uma tarde sem estresse, se preparando em sua casa em Hollywood Hills, com sua mãe, seu irmão e alguns amigos de Boston, se preparando para sua grande noite. Mas quando ele chegou ao teatro e teve que fazer aquela coisa do carro, foi aí que a ansiedade começou.

É um pouco surtado isso“, Evans disse dois dias antes “Você está em um SUV com sua família, suas pessoas. Aí você para em estacionamento estranho e faz a troca. Tem seguranças e todos essas pessoas. De repente você está fora da sua zona de conforto. É estranho. São essas pequenas coisas que podem te estressar“.

“É engraçado”, diz Scarlett Johansson, uma frequente co-estrela de Capitão América e Os Vingadores, e que conhece Evans desde os 17 anos. “Ele é muito calmo, ele adora sair, ele adora ficar em volta de pessoas. Mas quando ele está em uma première, ou tem que fazer algo relacionado ao trabalho, ele se desespera”. Downey disse algo similar ao Jimmy Kimmel na noite depois da première: “Chris Evans é a nervosa Nellie”, ele disse. “Nós devíamos chegar dirigindo Audis, e aí ele ficou ‘Cara, eu não sei, eu deveria ir antes, você deveria ir antes?’ e eu fiquei assim ‘Cara, se recomponha'”. (Mais tarde, pra a Rolling Stone, Downey disse que Evans teve que pedir um cigarro).

Você deve pensar que essas coisas seriam fácil para o Evans agora. Ele é um dos maiores nomes do Mundo Cinematográfico da Marvel, uma empresa relacionada a Disney que vale mais de 8 bilhões de dólares que inclui os três filmes do Capitão América, franquias de Homem de Ferro, Thor e Hulk; e todos os filmes que unem os Vingadores, nos dois mais restáveis filmes de todos os tempos. Ele não deveria estar confortável com as câmeras e os fãs? Mas ouvir Evans te dizer isso, ele é uma das estrelas menos confortáveis de todas. A parte de atuação é ótima, o resto, ele não consegue aguentar.

Um tapete vermelho dura o quê? 30 minutos no máximo? Isso para mim são 30 minutos andando em pedras quentes“, Evans diz, sentado em sua cada com jeans, um boné da Toronto Maple Leafs e uma blusa com um rasgo em um dos braços. “Não é como uma coletiva de imprensa, coletivas você senta em uma sala e as pessoas vão entrando. Eu consigo fazer isso o dia inteiro e não derreter. Mas a première, isso é demais. É a pressão disso tudo: Você está no centro disso tudo. Você consegue lutar com um exército se eles vierem aos poucos, mas quando você está cercado por eles, você está ferrado“.

A mãe de Evans, Lisa, está sentada na outra sala, (ela está por aqui depois da première), e o seu filhote de um ano, Dodger, um Golden Retriever mesclado, está no colo de Evans. A casa, estilo meio século, que ele comprou depois de Os Vingadores, fica perto de uma colina maravilhosa, que dá vista para o Vale de São Fernando, onde fica os conglomerados da Marvel Studios. A fonte de todas as coisas boas de Evans e a causa da sua agonia.

Quando a Marvel lhe ofereceu o papel de Capitão América, ele negou diversas vezes. Primeiro foi pelo fato de ser um contrato de nove filmes (“É loucura“, Evans falou. “Se você faz um filme grande como Independence Day, eles irão de prender por mais 3 filmes. Mas nove é insano. A gente fechou em seis“). Mas ele também estava nervoso com todos os outros comprometimentos: as turnês de divulgação, as aparições, os auxílios e tudo mais. “Isso é muito mais que você pode pedir para incorporar em um filme“, Evans disse. “Eu amo atuar, mas não era só isso que eles estavam me pedindo“.

Ele também estava com medo de perder seu anonimato: “Caso você não tenha notado, ele é super privado”, sua mãe disse. E as entrevistas são os piores de todas. “Eu estou surtando por isso desde janeiro“, ele disse. “É ótimo falar sobre o trabalho com as pessoas que estão interessados, mas eu surto quando ouço perguntas estúpidas sobre coisas estúpidas, e você tem que agir como se importasse. É parte do trabalho, eu tenho que vender isso. Mas é um sentimento horrível. Me deixa inseguro“.

Você não espera isso de um cara como o Evans. Ele parece um cara amigável, um cara intelectual e ainda bonita que admira o Tom Brady e os Patriots, e que uma vez serviu de modelo para um surfista chamado Tyler em um jogo de tabuleiro chamado Encontro Misterioso (“Aula favorita: Classe de estudos; Encontro ideal: Passeio pelas colinas“). Mas a verdade é que, por trás dos seus largos bíceps e o uniforme com a estrela, Evans é estranho, sensível e neurótico como todos nós.

“Chris Evans pode ser uma flor delicada de vez em quando”, Johansson disse. “Você só quer bater nas suas costas: ‘Ah, Chris, você está bem’. Não é como o Robert que cria uma imagem para proteger sua vida privada, isso não está na natureza de Chris em fazer algo que não é natural”.

Outro problemas, Evans diz, que ele sobre, é algo que ele chama de “cérebro barulhento”. Faz com que ele tenha dúvidas sobre tudo, faz com que conversas casuais virem dúvidas sobre si mesmo. “É uma espiral real“, ele diz. Ele tenta acalmar sua mente com meditação e Budismo, uma vez ele passou três semanas estudando com um guru em Rishikesh, na Índia, e, como ele diz, ler o Siddhartha mudou sua vida, e sobre ler os trabalhos de Eckhart Tolle. “Eu melhorei“, Evans disse. Mas ele ainda se enrola às vezes, quando super analisa as coisas, e deixando sua consciência tomar conta e não estar realmente presente no momento.

“Nós chamamos o Chris de ‘o pensador'”, sua mãe diz. “Quando fazíamos longas viagens de carro eu falava para ele levar seu Gameboy, aí ele dizia ‘Não mãe, eu só vou olhar pela janela e pensar‘. Às vezes eu penso “Saia daí, querido. Saia da sua cabeça. Venha com o resto da família. É bom aqui fora’, mas esse é quem ele é, desde criança”.

Pode ser difícil para Evans em Hollywood “Eu não gosto de ter discussões bobas“, ele diz. “Muitas vezes isso é pedido no trabalho. É aí que a ansiedade social aparece. Quando você sente comprimido, como se tivesse brincando de algum jogo que você sabe que não deveria brincar. Você está fazendo mais barulho, e mais besteira, e quase vendendo algo, e nada disso está limpo. É como um rio de lixo, e você está dentro“.

Mas quando ele está atuando, por outro lado, “aquela parte do cérebro fica quieta“, Evans disse. “O barulho vai embora. Você participa desse experiência. Você realmente está passando nessa onda da vida“.

E então, em um clássico estilo Evans, ele volta a sentir isso de novo em sua cabeça “Isso é algo péssimo de se dizer“, ele falou, brincando. “Por favor, não coloque isso aqui. Ah ‘Passando nessa onda da vida?’” Ele ri. “Não! Droga“.

Evans tem um escudo em sua cara. Marvel enviou a ele; as vezes aparece em festas depois de alguns drinques. É um ótimo objeto para selfies. “Quer ver?” Ele pergunta. Andamos até um armário lotado e ele abre a porta. Colocado no chão, tem uma réplica exata do escudo do Capitão América. É mais pesado do que parece. “É, é perigoso”, Evans disse, pegando-o. Depois ele volta a colocá-lo no chão e fecha a porta.

De acordo com Downey, de todos os filmes da Marvel, Capitão América foi o mais arriscado. É fácil esquecer o 1 bilhão de dólares em bilheteria, mas o personagem com aquela antiga moral e a Segunda Guerra Mundial, tem o potencial de ser algo mais. Cap não bebe nem jura; até recentemente, onde Evans disse que ele nunca tinha transado. (“Nesse ponto, ele provavelmente deve ter“, Evans disse. “Ele tem que ter feito. Mas ele é respeitoso, ele nunca fala sobre isso“). Evans fez um ótimo trabalho, pegando um personagem que podia ser e coloca um preço real em um pedaço de papelão, com humanidade, charme e inteligência.

“Tem um jeito solitário no modo de Chris interpreta o Cap, que eu acho muito tocante”, Johansson diz. “Ele tem um tom de saudade que Evans deu a ele. Como se ele estivesse lutando contra algo e todos estivéssemos também”. Downey que ajudou a persuadir Evans a assinar o contrato concorda. “De uma forma ou outra, ele fez o Capitão América ser legal”.

Ele é meio que baunilha“, Evans admite sobre Cap. “Ele é um homem bom, mas não chamativo. Ele não tem aquelas frases; ele não está voando por aí atirando misseis. Ele não é a pessoa que as crianças querem se vestir. É complicado“.

Uma criança que cresceu em Sudbury, “uma clichê cidade suburbana” 30 minutos de Boston, Evans nunca se vestiu de nenhum personagem dos quadrinhos. Ele sempre amou desenhar e animações, especialmente filmes da Disney (A Bela e a Fera fez com que ele quisesse ser um artista, e ele ainda consegue cantar todas as músicas de A Pequena Sereia), mas surpreendentemente, ele não teve interesse em quadrinhos (“Nenhum”, sua mãe disse). Lisa é uma dona de casa e seu pai é dentista. Tem uma linha em Guerra Civil que Tony diz para Cap “Às vezes eu gostaria de socar seus dentes perfeitos”, “Meu pai ama essa frase“, Evans diz, rindo.

Evans comparou sua família aos Von Trapps de A Noviça Rebelde: Ele tem três irmãos, todos cresceram fazendo apresentações. “Não tem felicidade maior que estar em uma premeière com a família do Evans”, Downey diz. “É a versão culta e elegante de O Vencedor”. Aos 10, Chris começou a atuar em um teatro local, fazendo peças como “Meu Mundo Encantado” e “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate”. (“Eu me ferrei nesse último”, ele lembra. “Eu deveria ter feito Willy Wonka, aí eu fiquei com o vovô Joe“).

No ensino médio, o alto Chris Evans jogou lacrosse e fez luta, mas ele era mais do drama em um corpo durão. Ele estreou em produções como “Bye Bye Birdie” e no ano da formatura ele foi escolhido como o “mais teatral” (“Ele queria ter ganho o de melhor vestido”, Lisa disse). A partir desse dia, “Você pode falar qualquer linha de ‘Oklahoma!’ e ele vai transformar em uma música”, Johansson diz. Depois de um estágio em uma agência de elencos em Nova York, ele conseguiu um agente próprio e logo se mudou para Los Angeles onde ele encontrou trabalho como o personagem principal em filmes como Não é Mais um Besteirol Americano e Nota Máxima.

“Ele estava tentando descobrir onde se encaixar” lembra Johansson, que co-estrelou com Evans em Nota Máxima e alguns anos depois em O Diário da Babá, o qual ele interpretou um personagem conhecido por “O Gostosão de Harvard”. “Ele era a cara desses personagens americanos e fortes, e isso não parecia satisfazer sua mente criativa. Nesse tempo, eu achei que ele realmente estava considerando dirigir, porque eu acho que ele sentiu que ele tinha mais a oferecer do que ele estava dando. É ridículo falar que ele estava atormentado por sua boa aparência… Mas com Chris, é quase certo que os estúdios querem a maturidade, mais que outra coisa”.

Em 2004, Chris foi escalado para o filme da Marvel que mudou sua vida, Quarteto Fantástico. “Foi emocionante”, ele disse do seu personagem Johnny Storm, o Tocha Humana. “Foi o mais alto que eu fui pago, até ali. Você sabia que era uma franquia. Eu estava empolgado. Mas também um pouco inquieto, porque eu sabia que os filmes não eram exatamente o que eu esperava“. (O jeito Evans de dizer que não foram bons). “Isso começou a me perturbar, eu queria fazer filmes que eu ficasse orgulhoso. E quando isso não acontece, pode ser realmente desafiador“.

Toda experiência pode ter tornado-o tímido alguns anos depois, quando a Marvel lhe chamou para fazer Capitão América. “Eu estava nervoso em ter sido escolhido“, Evans disse, “Não tinha chances de eu fazer isso. Eu olhei isso como uma chance de fazer novas coisas. E de repente você se vê fazendo isso e você olha ‘cara, o que eu fiz?’“.

O novo filme, Guerra Civil, foca em uma questão existencial que aparece muito nos quadrinhos: Os Vingadores são heróis ou vigilantes e quem deve ser responsabilizado pelas perdas civis deixadas para trás? Esse debate leva Cap e Homem de Ferro em um conflito que está sendo esperado desde o primeiro Os Vingadores, quando Cap diz para o Homem de Ferro colocar o uniforme e eles se enfrentarem. (“Eu tenho que dizer”, a mãe de Evans disse. “Antes de fazer Os Vingadores, Chris tinha muito medo de Downey. Ele dizia ‘Mãe, eu estou nervoso, eu não quero estragar tudo”). Interessantemente, é Capitão América que normalmente anda ao lado do governo e Stark, o negociante de armas e bilionário louco por poder.

É um papel ótimo“, Evans disse. “Você acompanha um homem como Steve, que sempre acreditou na hierarquia do militarismo, mas que nos últimos filmes, viu as pessoas que ele era leal, sucumbir ao poder. E Tony, a pessoa que sempre dançou conforme a música, se sentir culpado pelos efeitos colaterais deixados. Mas é isso que eu gosto nesses filmes: Não tem um vilão certo, nos termos de certo ou errado. E a verdade é, eu realmente acho que o Tony está certo. Ver Steve se priorizar, acima do bem dos outros, é egoísmo. É isso que torna interessante“.

Agora, que ele fez cinco filmes do Cap, Evans adoraria interpretar alguém com um lado mais sombrio, como ele fez em 2013, no excelente Expresso do Amanhã. “Desde 2010, eu nunca fiquei um ano sem colocar aquela coisa“, ele diz sobre o uniforme de Cap. Ele ainda curte a experiência, mas ele está empolgado em descobrir o que vem depois. “Eu adoraria encontrar algo que eu pudesse ser um incrível advogado de defesa, alguém com o dom de enganar“. Ele também quer voltar a dirigir, depois de aprender bastante no seu primeiro filme Before We Go, uma história de amor que rendeu 3 milhões de dólares, dificilmente o que Downey ganha para participar de um filme. Evans até pensa em ir para Nova York e voltar para o teatro algum dia. “Não tem coletivas de imprensa em uma peça“, ele diz invejoso. “Você faz seu trabalho e vai para casa“.

Evans está em Los Angeles há 17 anos, metade de sua vida, e isso o incomoda. “Eu não gosto de LA, é aqui que eu venho para trabalhar, onde eu tenho reuniões e, infelizmente, alguns momentos de ansiedade. Às vezes LA é ótimo, mas as vezes você anda pela Sunset Boulevard ‘Oh, droga, Hollywood’“.

Estamos conversando por um tempo quando ouvimos uma buzina “É o D!”, sua mãe diz da outra sala. “Um dos meus amigos de Boston“, ele diz. “Com minha mãe na cidade, alguns dos caras que eu cresci que vivem aqui vem dizer oi para a Ma Dukes“. Um momento depois um grande amigo de Evans, Demery, entra carregando o seu filho de 11 meses. “E aí, cara?” Evans diz. “E aí, está bem?” Demery responde.

Demery se retira para o quintal com Noah e a mãe de Chris para conversar. “É loucura“, Evans disse. “D tem um filho. É o mundo inteiro dele, eu quero isso. Minha irmã tem filhos, eles tem sete, cinco e três, e ir para casa e ficar perto deles é demais. Eu gostaria de ter filhos em breve. Algumas coisas tem que ser ajeitadas antes“.

Como o que? Evans ri. “Achar uma esposa“. Ele está ligado a mulheres como Minka Kelly, Lily Collins e Jessica Biel, mas agora ele está solteiro. (Seu par no Oscar desse ano foi sua irmã Carly).

Evans chama Guerra Civil do “a última parcela de Capitão América”. Em novembro, ele vai para Atlanta voltar a filmar o terceiro e quarto Vingadores. “São 10 meses“, ele diz sobre a gravação. “Uh, meu corpo vai desmoronar“. Downey compara os filmes da Marvel como a presidência, o qual eles vão envelhecendo. “Eu espero que ele aproveite esse momento, onde ele ainda é alto, bonito e de olhos azuis”.

Os Vingadores 4 é o último filme da Marvel que Evans está comprometido. O contrato dele ia somente até o terceiro, mas, assim como Downey, Evans estendeu para mais um. Melhor acreditar que ele foi pago para fazer aquele também. “Ah sim“, ele diz rindo. “Eles ainda não quebraram o cartão Chris Evans. ‘Você faz sete e um de graça’, ah não“.

Evans tem que deixar a casa para pegar um jatinho para Phoenix onde ele e sua co-estrela Sebastian Stan vão surpreender o público em uma prévia de Guerra Civil. Algumas minutos depois seu amigo e assistente Josh entre com um suco verde (Evans: “Isso é para mim? Ótimo“) e o lembra que já são 16:40.

16:40?” Evans diz, se levantando do sofá. “Droga, eu tenho que ir“. De repente o pânico aparece. “Eu não tomei banho“. Ele diz, parecendo surtando. “Eles não podem sair sem mim, certo?“.

Mas aí ele respira “Espera, espera“. O carro deve chegar as cinco, mas ele não tem que estar lá até as seis. E eles estão voando de Burbank, são só 25 minutos, ele tem bastante tempo. “Tá tudo bem“, ele diz, respirando fundo. “Tudo está bem“.

Tradução: Flávia Coelho.
Créditos: Chris Evans Brasil.
Fonte

Fotos:
Rolling Stone Magazine – Peggy Sirota

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