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postado por Sara Teles e categorizado como Uncategorized
06.06.2019

Chris Evans não tem tempo para três homens esperando para criar uma “Parada do Orgulho Hetero” em sua cidade natal, Boston.

Evans, que nasceu na capital de Massachusetts, respondeu a um tweet da cobertura do Washington Post da iniciativa masculina na quarta-feira com uma proposta sarcástica.

“Uau! Iniciativa legal, caras!! Apenas uma ideia, em vez do desfile de “Orgulho heterossexual”, que tal isso: “Estamos desesperadamente tentando enterrar nossos próprios pensamentos gays sendo homofóbicos porque ninguém nos ensinou como acessar nossas emoções nos desfiles infantis?” O que vocês acham? Muito óbvio?” Evans twittou.

Evans continuou sua condenação em relação a eventos de “orgulho hétero” no Twitter compartilhando um post do autor James Bell sobre como as reuniões são equivocadas.

“Uau, o número de falsas equivalências entre as paradas do orgulho gay/hetero são decepcionantes. Para aqueles que não entendem a diferença, veja abaixo. Em vez de ir imediatamente para a raiva (que é apenas medo do que você não entende), reserve um momento para buscar empatia e crescimento”,

escreveu Evans.

“Não existe para mim nenhuma opressão ou luta, porque sou hetero”, escreveu Bell no post que Evans pediu aos seguidores para lerem. “E, portanto, não há motivo para se orgulhar disso. Grato pelos privilégios que recebo? Certo. Mas orgulho? Eu não vejo isso. O que eu vejo é que esse desfile é mal nomeado. Não é uma “Parada do Orgulho Hetero”, deveria ser chamada de “Eu sou um homofóbico de merd*”.

O desfile em potencial vem do residente de Boston Mark Sahady e outros dois co-organizadores que querem realizar o encontro no final de agosto em resposta às comemorações do Mês do Orgulho da cidade que celebram a comunidade LGBTQI. Ele também fez vários comentários em seu post original no Facebook explicando por que ele achava que era necessário.

“Para eles, tudo é baseado em identidade e se alguém é ou não categorizado como vítima ou opressor”, escreveu Sahady no Facebook, de acordo com o Post. “Se você tiver o status de vítima, então você tem o direito de celebrar a si mesmo e esperar que aqueles com status de opressor se submetam aos seus sentimentos.”

 

Tradução: Amanda Gaia

Créditos: Chris Evans Brasil 

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