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Entramos na semana de #InfinityWar, e essa é aquela famosa semana que vai demorar 3 séculos até…

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Arquivo de 'Entrevistas'



30.01.2016
postado por Flávia Coelho e categorizado como Entrevistas

O Dia dos Namorados chegou mais cedo esse ano, amigos. Diferente do casal que irá se pegar em frente à farmácia, você não vai querer tirar os olhos dessa novidade: o comercial sensual com Evan Rachel Wood e Chris Evans para as novas fragrâncias Gucci Guilty.

Assista o vídeo abaixo:

Leia a entrevista abaixo:
Nós conversamos com os atores e pedimos a eles para revelarem alguns fatos sobre eles mesmos relacionados ao perfume, como que cheiro os lembra de seus primeiros amores (dica: Victoria’s Secret está envolvida). Primeiro assista a esse comercial fumegante abaixo, que foi dirigido pelo famoso diretor-produtor Frank Miller (Sin City e 300). Depois abaixe sua tela e leia mais sobre os bons tempos com esses dois.

Lipstick: Nós fazemos ‘sim e não’ por aqui, então a primeira pergunta é: usar perfume para ir para a cama, sim ou não?
Evan Rachel Wood: Eu acho que é ‘sim’! Eu geralmente uso, e também borrifo por todo o meu quarto. Especialmente porque cheiros são tão ligados à memória. Se alguém visitar seu quarto, depois tudo que eles sentirem será você, e eles sempre se lembrarão de você quando eles sentirem o cheiro novamente. É uma boa forma de marcar na memória.

Lipstick: Qual sua lembrança favorita das filmagens?
Chris Evans: Trabalhar com a Evan. Foi a primeira vez que a conheci, e nós demos certo logo de cara. Nós somos pessoas bem parecidas. Nós filmamos na Itália e simplesmente demos certo.
ERW: Tudo foi divertido. Mas um dos meus momentos favoritos foi depois que terminamos. Chris estourou uma garrafa de champagne na cara do diretor. Todo mundo estava rindo…

Lipstick: A química entre vocês na tela é muito quente. O que vocês fizeram para ser tão elétrico?
CE: Bem, infelizmente essas filmagens conseguem ser mais técnicas do que se imagina. Não é como filmar um filme em que você se aprofunda no personagem. Às vezes, você está apenas querendo parecer bem e isso requere movimentos específicos e luz específica e você acaba se sentindo um pouco mais estranho do que geralmente se sentiria fazendo um filme, mas Evan é tão legal, nós apenas nos divertimos.
ERW: Você não pensaria nisso, mas nós brincamos muito de hip-hop e Motown. Quando nós ficamos bem íntimos, algo aconteceu que tirou toda a pressão. Eu geralmente tento quebrar o gelo colocando a música ‘Let’s Get It On’ de Marvin Gaye. Te faz se sentir mais confortável. Nós estávamos fazendo um projeto e nós estamos interpretando esses personagens, e nós também estávamos nos divertindo e sem nervosismo. Mas de novo, Chris é tão legal e divertido e um dos meus amigos, então foi bem confortável. Isso é realmente o que você quer, um bom parceiro.

Lipstick: A campanha é sobre sedução, o que você acha que é a qualidade mais sedutora que uma pessoa pode ter?
CE:
Confiança, mas se isso se torna arrogância, é meio que desanimador. É uma linha muito tênue. Eu gosto muito de modéstia. Se você consegue usar um rabo de cavalo e moletom sem se importar, isso é um dos meus looks favoritos.
ERW: Confiança é sempre a coisa mais sexy. E mistério. Eu acho que as pessoas se atraem mais por alguém que consegue ser ela mesma e que sabe o que quer e não precisa de ninguém para completa-la. Isso é o que mais me atrai.

Lipstick: Que look você prefere quando quer se sentir confiante e sexy?
ERW: Isso é engraçado, eu acho que muitas mulheres concordariam que isso muda da forma como você se sente. Mas agora, é meio que menos é mais. Eu me sinto melhor quando eu deixo de me importar e fico confortável e mais natural. Isso me faz me sentir livre e mais confiante. Eu sou um moleque, eu gosto de ficar confortável. Eu gosto de bonés de baseball e jeans soltos e botas, um estilo mais largado.

Lipstick: Você levou um tempo para chegar a essa ideia de que você se sente bonita quando está ao natural? Ou você encontrou essa força cedo?
ERW: Eu acho que eu descobri isso cedo, e depois eu passei por uma fase divertida onde eu estava tentando descobrir que meu era e diferentes lados de mim. Eu acho que, como a maioria das mulheres, eu tentei ir num certo estilo de beleza em que eu não me encaixava e eu tentei me agradar e dizer a mim mesma para ser o que me diziam que era bonito, e depois eu percebi que você está no controle do que você acha que é bonito. Você não tem de ser encaixar num determinado modelo. Você se encaixa num modelo em que se sente confortável e você vai atrair pessoas que pensam o mesmo. Eu levei um tempo para perceber isso, mas havia muitos ideais. Você tem de descobrir o que é melhor para você e deixar isso irradiar. Eu acho que parte disso é deixar pra lá e ser corajosa o suficiente e não ter medo de cometer erros e isso te levará até lá. Querido Deus, eu já fiz tantas coisas malucas com meu cabelo e com minhas roupas e maquiagem e quando eu olho pra trás é meio que ‘que merda eu fiz?’. Você não pode ter medo de cometer erros, você tem de se arriscar. Nós todos temos momentos em que olhamos para trás e que não queríamos ter registrado, mas não estamos sozinhos.

Lipstick: Como essa nova fragrância te faz sentir ao usa-la?
ERW: Autêntica e livre. A mulher Gucci Guilty gosta de viver o momento.Ela é uma mulher moderna, alguém que realmente tem controle de si mesma e da sua sensualidade. É uma fragrância empoderadora e sensual.

Lipstick: Se você conseguisse descrever o cheiro através do cabelo, maquiagem e roupas, como ele seria?
ERW: Sempre me lembra de um couro bonito. Couro preto principalmente. É macio, liso, clássico, mas há um limite.É como esse linda, independente e forte mulher, mas ela tem isso, um ar de mistério. Quanto à maquiagem, eu sempre penso como um visual limpo com um olho esfumaçado. Um pequeno detalhe para te diferenciar dos demais.

Lipstick: Onde você aplica perfume?
CE: Eu sou um cara que borrifa no ar e entra, porque quando eu aplico muito na pele eu corro o risco de aplicar muito e sua mão fica horrível.

Lipstick: Que cheiro te lembra do seu primeiro amor?
CE: Grama cortada. Eu estava provavelmente na 6ª, 7ª série, e eu não tenho certeza se nós usávamos perfume naquela época. Mas grama cortada sempre me lembra de ser jovem. Eu passei muito tempo ao ar livre, então me leva de volta ao tipo de lugar de Wonder Years de Winnie Cooper e essa garota de quem eu gostava. Me lembra de amor de verão.
ERW: Pepino e Melão da Bath & Body Works ou Morango e Champagne da Victoria’s Secret. Eu costumava passar as fragrâncias de teste da Victoria’s Secret, porque eu tinha muita vergonha de comprar qualquer coisa. Se eu gostasse de uma pessoa e eu ficasse com vergonha para pedir perfume porque eu achava que isso daria alguma coisa, eu ia ao shopping e passava o negócio e ia embora. Se minha paixonite gostasse do cheiro, então eu teria de ir lá e comprar. É uma coisa muito poderosa. Te mantém conectado a uma pessoa quando você está longe dela.

Lipstick: Com 14 de fevereiro já na esquina, nós temos de perguntar, qual seria seu dia dos namorados perfeito?
CE: Depende de com qual garota estou e do que ela gosta, porque se ela está feliz, eu estou feliz. Mas eu acho que ficar no sofá e um bom filme são obrigatórios. Lendas da Paixão é muito romântico. Tem de tudo: é um filme sobre família, sobre guerra e com certeza é um filme sobre amor. É um dos melhores. Vá vê-lo, eu garanto que você não se arrependerá.
ERW: Provavelmente, e isso é o ideal… Eu gosto de surpresas na manhã para cada um na cama, então quando você acorda já tem algo imediato. É como uma preparação. Depois eu acho legal ficar na cama toda a manhã. É simples. Eu sou louca numa vista. Leve-me para um lugar alto onde eu possa ver a paisagem ou as estrelas ou toda a cidade, e eu estou disponível, eu estou jogada nos seus braços. Depois eu acho que uma noite romântica, se vestir um pouco melhor, mas não se mate forçando o romance. Um pouco de mudanças sutis fará o dia mais especial do que grandes coisas. Eu gosto de pequenas surpresas pelo dia. É isso!

PS: As imagens do comercial não são novas, mas a entrevista sim!

Tradução: Tássia Cintra.
Créditos: Chris Evans Brasil.

24.12.2015
postado por Flávia Coelho e categorizado como Entrevistas

*Essa entrevista está disponível no site da Entertainment Weekly, que nos foi enviada pela equipe de assessoria deles para divulgação, você pode ver o original aqui.

A equipe chamou sua cena de “Splash Page”. Esse é o termo das histórias em quadrinhos para uma ilustração de página inteira que ou abre a história ou marca seu clímax.

Para Capitão América: Guerra Civil, esse foi o momento em que eles filmaram um momento épico entre dois times de heróis: as forças do super soldado vermelho, branco e azul de Chris Evans dum lado batendo contra os guerreiros aliados ao Homem de Ferro de Robert Downey Jr. do outro.

Os quadrinhos da Marvel da série 2006-7 que inspiraram o filme, que estreia dia 6 de maio, exploram as mesmas questões sobre liberdade versus segurança. Nos quadrinhos de Mark Millar, herói se volta contra herói como uma forma de resistência ao controle do governo de suas identidades e habilidades enquanto os outros acreditam na conformidade e regulação para alcançar um bem maior. Capitão América se mantém pela independência do controle governamental, enquanto o Homem de Ferro trabalha para legislar e reforçar a responsabilidade sobre aqueles com ‘habilidades especiais’.

“Na maioria dos filmes, não há dúvida sobre de que lado ficar”, Evans disse durante os intervalos. “Nós todos concordamos que os nazistas são ruins, alienígenas são ruins. Mas nesse filme é a primeira vez onde nós temos dois pontos de vista. Não há resposta certa ou errada e é apenas uma questão de quem somos como homens: Tony Stark e eu mesmo. De que lado ficar? Então é difícil para o Capitão. Se torna uma questão de moral e eu não sei se ele alguma vez esteve tão incerto quando ao que é certo e errado.”

Nesse filme, os novos Vingadores – a assembleia vista ao final de Era de Ultron – ganham um velho inimigo: Crossbones de Frank Grillo, visto pela última vez quando um edifício caiu sobre ele no filme de 2013 Capitão América: O Soldado Invernal. Mas essa tomada dá errado. Um monte de pessoas morre. Um monte de pessoas inocentes.

Depois de todo o caos e catástrofes vistas no último filme, o mundo finalmente teve o bastante. Oficiais do governo ao redor do mundo se reúnem para gerar um acordo que poderia reprimir aquelas com habilidades super-humanas. Um homem que ajuda a elaborar a nova lei é um jovem líder chamado T’Challa (Chadwick Boseman) da nação fictícia de Wakanda, que tem uma identidade secreta – o aguardado Pantera Negra.

Mas o Capitão já viu muitas autoridades corruptas na sua (não natural) longa vida. Ele não está mais obedecendo regras.

Nessa manhã quente de julho em Fayetteville, Georgia, Evans está suando através do seu uniforme enquanto ele filma a Splash Page – o ápice do conflito.

Ele está em pé numa extensão do asfalto com duas lonas verdes que permitirão a equipe dos efeitos especiais transformar esse estacionamento nos Estúdios Pinewood em uma pista do Aeroporto Internacional de Leipzig/ Halle.
O Soldado Invernal de Sebastian Stan, o grande amigo perdido de Steve Rogers e principal vilão no último filme do Capitão, está se mantendo à sua esquerda.

“Se o Bucky não tivesse sofrido uma lavagem cerebral, ele estaria fazendo a mesma coisa do Capitão, aceitando ordens da S.H.I.E.L.D. e lutando pelo país e percebendo que a S.H.I.E.L.D. é corrupta”, disse Evans. “Mas Bucky está numa situação diferente. Ele obviamente não poderia fazer essas escolhas. Isso é – não quero dar muitas dicas sobre o que pode acontecer, mas Bucky é uma grande peça nesse quebra-cabeça e porque dá algo ao Steve, algo além de Peggy, mas Peggy está bem com a vida dela.”

Essa seria Peggy Carter, conhecida como Agente Carter para os fãs da série televisiva da ABC, que retrata a vida da personagem de Hayley Atwell como uma agente secreta nos Estados Unidos pós-Segunda Guerra Mundial. Em Soldado Invernal, Rogers visita sua antiga paixão, que está num ponto frágil, uma mulher já idosa lidando com a demência ao fim de uma longa e querida vida. Longe de Peggy, Rogers tem apenas mais uma conexão com seu antigo eu.

“Ninguém nesse planeta o conhecia de antes. Não sobrou ninguém”, Evans disse. “Ele não tem nenhum pouco de paz na sua juventude. Ele não tem nenhuma paz da sua vida, então Bucky e tudo que acontece com ele nesse filme…” Evans para. “Isso é uma grande coisa pra ele em termos dele encontrar seu propósito, pelo que lutar e como a amizade pode trazê-lo de volta à vida. Não apenas como soldados, mas como amigos.”

Há outros herois familiares junto com o Capitão e Bucky (grande alerta de spoiler): Falcão de Anthony Mackie, Homem-Formiga de Paul Rudd (apesar de que hoje é um dublê com a máscara), Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen e o Gavião Arqueiro de Jeremy Renner.

Liderando o lado oposto está… ninguém. Homem de Ferro e Máquina de Geurra de Don Cheadle estarão voando em direção a eles, então serão adicionados digitalmente depois. Mas um time tão impressionável está ao seu lado, preparando para enfrentar o Capitão e companhia: Viúva Negra de Scarlett Johansson e Pantera Negra (também um dublê) entre eles.
Os diretores Joe e Anthony Russo gritam ação – e isso é o que não foi divulgado. Os bons garotos cobram entre si numa batalha selvagem.

“A história é sobre família. E sobre o que acontece quando nem todos concordam”, disse Joe Russo, que dirigiu o filme anterior do Capitão, Soldado Invernal, com seu irmão. “Nós temos comparado a briga a um casamento. O que acontece quando seu primo e seu irmão vão ao casamento, e de que lado você fica, e onde partir dali?”

“Como você segue em frente a partir do momento em que as pessoas que se amavam e estavam do mesmo lado, agora se odeiam e estão tentando machucar um ao outro?”, Anthony Russo adiciona. “O Capitão é muito forte, pé no chão, centrado moralmente, um personagem ético. Você pode bater nele muito forte como um heroi, tentar derrubar aquela força – tanto moralmente quanto fisicamente.”

O Homem de Ferro definitivamente tenta fazer isso.

Enquanto a Viúva Negra dá uma surra no Homem-Formiga, no Gavião Arqueiro e na Feiticeira Escarlate pelo céu – ele com seu confiável arco e flecha, ela com sua energia vermelha mística. Eles estão tentando derrubar algumas ameaças invisíveis que caem do céu. (É dificil contar que efeitos visuais eles estão imaginando). Definitivamente não é o Homem de Ferro. Ele voa baixo e tem outro alvo: Capitão América. Evans levanta seu escudo, faz um corte pelo ar, e é atingido por algo invisível que quase o derruba na vida real. O câmera principal está num suporte, e é movido para cima e baixo na cena da luta – seguindo os movimentos do Homem de Ferro – até que ele está de frente a Evans. O ator tem de desviar no último segundo para evitar ser atingido. Depois de mais algumas tomadas, Evans aparece para verificar as cenas, rindo do fato que todas terminam com um close-up na sua cara de pânico para a câmera. “Eu não consigo continuar dando socos quando está tão perto”, ele diz. Os Russos surgem com uma solução: Ir em frente e voltar. A filmagem termina com o Homem de Ferro derrubando o Capitão América no chão. Mas ele não vai ficar ali.

Tradução: Tássia Cintra.
Créditos: Chris Evans Brasil.

24.12.2015
postado por Flávia Coelho e categorizado como Entrevistas

*Tradução do scan da Revista Entertainment Weekly sobre Capitão América: Guerra Civil, que pode ser encontrada aqui.

Com Ultron destruído, os Vingadores lutam entre si no próximo filme Capitão América: Guerra Civil. Homem de Ferro e Capitão brigam pelo destino da humanidade, forçando seus super-heróis aliados – incluindo Pantera Negra – a escolher seus lados. No set com o filme da Marvel mais explosivo até agora.

Numa manhã quente de julho em Fayetteville, GA, Chris Evans está suando através da máscara do Capitão América. O Vingador azul está de pé numa extensão do asfalto com duas lonas verdes penduradas que permitirão a equipe de efeitos especiais transformar o estacionamento dos Estúdios Pinewood numa pista do Aeroporto Leipzig/Halle. O Soldado Invernal (Sebastian Stan), o amigo perdido de longa data do Capitão e principal vilão do último filme está à sua esquerda. À sua direita, há muitos heróis, Falcão (Anthony Mackie), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e o Homem-Formiga (Paul Rudd) – que estão prestes a enfrentar seus mais inimigos mais desafiadores: Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Patriota de Ferro (Don Cheadle), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e… Um novo aliado. A partir de agora, quando os diretores Joe e Anthony Russo gritarem ‘Ação’, um universo de bons garotos vão lutar entre si da forma mais selvagem da história da Marvel.

A equipe do filme se refere à cena como a ‘página splash’. Esse é o termo das histórias em quadrinhos em que uma ilustração de página inteira abre uma edição ou marca seu clímax. “A história é sobre família e o que acontece quando nem todos concordam”, diz Joe Russo, que dirigiu Capitão América: Soldado Invernal com seu irmão Anthony. “Nós temos comparado isso a uma briga num casamento. O que acontece quando seu primo e seu irmão brigam, de que lado você fica?” Mas o Capitão e o Homem de Ferro não estão brigando sobre quem vai pagar a conta no restaurante de shawarma. Eles brigam sobre quem terá poder sobre os superpoderosos.

Levemente baseado nos quadrinhos da Marvel, edição 2006-07 da série Guerra Civil, o filme (previsto para 6 de maio) explora o debate sobre liberdade versus segurança. Quando o filme abre, os novos Vingadores – a assembleia revelada do último filme Era de Ultron – enfrentam um velho inimigo: Crossbones (Frank Grillo), visto pela última vez quando um prédio caiu sobre ele em O Soldado Invernal. Mas a derrubada em Guerra Civil dá errado. Muitas pessoas morrem. Muitas pessoas inocentes.

Líderes ao redor do mundo, incluindo o Secretário de Estado dos EUA (William Hurt), se reúnem para elaborar um acordo que controlaria aqueles com habilidades especiais. A discussão começou com Ultron entre o Capitão e o Homem de Ferro sobre quem deveria fazer essa decisão – para que o planeta não entre numa guerra mundial. Capitão/Steve Rogers está do lado da liberdade sobre o controle do governo. Ele tem visto muita corrupção das autoridades em sua longa vida. Sua confiança está abalada.

Homem de Ferro/Tony Stark está do lado da segurança para todos. Ele tenta criar uma lei que fortalece uma responsabilidade maior sobre os grandes poderes. “Na maioria dos filmes, não há dúvida sobre de que lado ficar”, Evans diz durante o intervalo entre as filmagens. “Nós todos concordamos que os nazistas são ruins, alienígenas são ruins. Mas pela primeira vez você tem dois pontos de vista. Não há uma resposta certa, então se torna uma questão moral. Isso é difícil para o Capitão. Eu não acho que ele nunca esteve tão em dúvida sobre o que é certo e errado.”
Essa dúvida de moralidade faz as alianças tênues e os times no aeroporto aumentarem. Viúva Negra leva muito tempo para decidir de que lado ficar. “Ela está sempre fora do perímetro”, Johansson diz. “Então ela pode ter uma perspectiva melhor do que realmente está acontecendo.”

O que realmente está acontecendo no momento é que ela está jogando tudo em cima do Homem-Formiga. No set do aeroporto na Georgia, o combate é pura força. Enquanto os outros estão trocando socos, o Gavião Arqueiro e a Feiticeira Escarlate lutam no céu. Eles estão tentando acabar com alguma ameaça invisível no ar (Patriota de Guerra? Visão?)

Definitivamente não é o Homem de Ferro. Por um detalhe, ele realmente não está no set nesse momento. Ele será adicionado digitalmente depois. Mas na cena final ele estará voando baixo e de olho num outro alvo: Capitão América. Evans levanta seu escudo, faz um corte no ar e dá mais um golpe contra o inimigo invisível antes dele quase ser derrubado na vida real. O câmera principal está num apoio e se move pra cima e pra baixo – acredito estar seguindo os movimentos do Homem de Ferro – até que ele está de frente a Chris Evans. O ator teve de desviar no último segundo antes de ser atingido.

Depois de mais algumas tomadas, Evans aparece para verificar as cenas, rindo do fato que todas terminam com um close-up na sua cara de pânico para a câmera. “Eu não consigo continuar dando socos quando está tão perto”, ele diz. Os Russos surgem com uma solução: Ir em frente e voltar. A filmagem termina com o Homem de Ferro derrubando o Capitão América no chão.

Ajudando o Homem de Ferro nessa missão, pelo menos inicialmente, está T’Challa, um jovem príncipe da nação fictícia africana de Wakanda que tem uma identidade secreta – Pantera Negra, interpretado por Chadwick Boseman (42), há muito tempo aguardado pelos fãs e que se torna peça-chave no conflito. Sua aliança é extremamente disputada tanto pelo Capitão quanto pelo Homem de Ferro, e T’Challa faz seu melhor para se manter neutro, no mínimo quando está sem a máscara. “Ele está entre como as coisas eram feitas no passado e como as coisas acontecem nesse novo mundo”, diz Boseman. “E eu acho que há talvez um pouco de dissidência aí.”

O guerreiro é inigualável. No set, Pantera, armado com garras de vibranium – o mesmo metal usado no escudo do Capitão – corre sustentado nas quatro patas como o animal que lhe dá nome e ataca sua presa.

Guerra Civil é o 13º filme do Universo Cinematográfico da Marvel, que começou com o Homem de Ferro em 2008 e que marca um grande ponto de virada. Ao final do filme, “coisas foram deixadas num certo estado em que você pode precisar de novos heróis”, diz o roteirista Christopher Markus. E você os terá. Nos próximos dois anos e como lembrete da Fase 3 dos Estúdios Marvel, você não verá muitos dos Vingadores originais. Terá o filme do Doutor Estranho com Benedict Cumberbatch em novembro de 2016, Guardiões da Galáxia Volume 2 em maio de 2017, e depois o deus do trovão de Chris Hemsworth, que não está em Guerra Civil, retornará para seu próprio filme em Thor 3. Pantera Negra terá seu próprio filme em fevereiro de 2018 e apenas em maio os heróis que nós conhecemos e amamos (mesmo que eles não se amem) retornarão para Vingadores: Guerra Infinita Parte I, que os Russos também vão dirigir.

“Nós temos esse intervalo e deixamos as coisas num estado estranho”, diz Stephen McFeely, que escreveu Guerra Civil com Markus e quem está escrevendo as duas partes de Guerra Infinita com ele. “Então quando essa m**** chegar aos fãs, nós temos que descobrir uma forma de descobrir como ganha-los de volta.” O Capitão pode precisar de uma pegada quando Guerra Civil acabar. “Parte da diversão foi encontrar uma forma de colocar o Capitão América numa situação onde sua resposta não seria ‘Eu me sacrifico’, diz Anthony Russo. “Ele tem de fazer outra escolha – uma escolha para ele mesmo.”

Um cara que nunca tem problema em escolher a si mesmo é Tony Stark. Homem de Ferro não é necessariamente um ‘cara ruim’, mas ele definitivamente é um antagonista. “Não me incomoda nem um pouco,” diz Downey. No set, filmando uma cena diferente, a estrela está usando uma camisa e gravata, manchada de sangue, e um olho roxo. Obviamente alguém o abateu quando ele não usava sua armadura de metal. “Em algumas vezes, Tony é o antagonista de si mesmo em sua própria história. Esse cara entende os problemas porque ele é o problema. E ele tende a cria-los.” Depois de ter lançado Ultron ao mundo, entre outras indiscrições, Stark está começando a apreciar limites. Mesmo enquanto o próprio Downey está acidentalmente os enfrentando fora da câmera.

Entre outros mistérios a serem respondidos em Guerra Civil – de quem é o funeral que finalmente estará trazendo um encerramento ao passado de Steve Rogers? Como exatamente o enigmático Barão Zemo de Daniel Bruhl será um fator da narrativa? – O maior e o principal é se um certo super-herói fará uma aparição. Você já viu esse herói na tela antes, mas essa será sua primeira vez num filme dos Estúdios Marvel. Para evitar todas possíveis complicações envolvendo a licença de direitos com a Sony Pictures, ninguém na Marvel ou na Disney pode confirmar se ele está no filme. Eles não podem nem falar sobre ele.

Então é uma surpresa ver Downey em Pinewood, andando com seus braços sobre os ombros do jovem ator chamado Tom Holland, que está simplesmente vestindo um icônico uniforme vermelho e azul. Você pode ter ouvido sobre ele. Ele é o novo Homem-Aranha.

Box 1: O início da Guerra Civil
Os quadrinhos por trás do próximo blockbuster do próximo verão
Irmão contra irmão. Em 2006 e 2007, a Marvel deu a essa história antiga um tratamento de super-herói com Guerra Civil, o crossover das histórias do escritor Mark Millar que tinham todos os personagens escolhendo lados entre Capitão América ou Homem de Ferro. Na época, o presidente dos Estúdios Marvel estava montando o Universo Cinematográfico da Marvel que seria lançado em 2008. “Lendo esses quadrinhos, eu senti ‘Não seria incrível que se um dia fizéssemos algo assim?” diz Feige. “O fato de que esse dia chegou é muito gratificante.”

Nos quadrinhos, Capitão e Homem de Ferro estão divididos quanto ao Ato de Registro de Superhumanos, mas no filme eles brigam sobre o Acordo Sokovia, nomeado após a cidade ser retirada da Terra em Era de Ultron. Mesma luta, detalhes diferentes. “Ambos (acordos) dizem que nós devemos fiscalizar melhor o que os super-heróis estão fazendo”, diz Feige.

O Capitão é contra o regulamento, e o Homem de Ferro é a favor. “Eles querem que os Vingadores sejam uma força para o bem maior, mas eles acreditam que há formas diferentes de fazê-lo”, diz Feige. “E isso é quando você tem a melhor forma de conflito”. Infelizmente, o melhor conflito não significa caras bons se mantendo como os melhores.

Box 2: Pantera Negra – além do design
O primeiro super-herói negro dos quadrinhos terá seu primeiro filme solo em fevereiro de 2018, mas nós encontraremos o guerreiro de garras de Chadwick Boseman em maio no filme Capitão América: Guerra Civil. O super-herói, cujo nome real é T’Challa, é um príncipe da fictícia nação africana de Wakanda, casa da maior reserva natural de vibranium, o metal indestrutível de que é feito o escudo do Capitão.

O Pantera apareceu pela primeira vez nos quadrinhos do Quarteto Fantástico #52 em julho de 1966 e em Guerra Civil T’Challa está alinhado com um conjunto de regras que tentará firmar um controle sobre as ações dos super-heróis. Sua identidade secreta vem à tona quando os caras bons não são capazes de resolver as coisas com suas palavras. Aqui está um visual de como a Marvel e Boseman transferirão o felino das páginas para a tela.

Tradução: Tássia Cintra.
Créditos: Chris Evans Brasil.

19.10.2015
postado por Flávia Coelho e categorizado como Entrevistas

Quem você acha que o Capitão América mais amou? Carter? Viúva Negra? Ou Bucky?
Bucky, eu acredito. Claro que o Capitão América ama todo mundo, mas de todas essas pessoas, Bucky é o único amigo que o liga à vida toda.

Seu contrato de seis filmes com a Marvel está quase no fim?
Seis filmes, eu já terminei dois Vingadores, o último filme da trilogia do Capitão América que eu acabei de filmar, meu contrato basicamente se encerra no próximo ano. Olhando para trás quando eu assinei o contrato e toda a minha resistência, ansiedade e preocupação versus as grandes mudanças na minha vida nesses últimos cinco anos… De verdade, foi o período mais maravilhoso da minha vida. Eu acho que sou muito abençoado e sortudo.

Anteriormente, você disse que queria se aposentar da posição de frente às câmeras. Você disse à impressa: “Você sente que você nunca, sob a circunstância de não ter um contrato, vai querer muito outro papel.” Isso significa que após encerrar seu contrato para o Capitão América, você quer ir para trás das câmeras?
Essa declaração foi mal compreendida. Cinco anos atrás, depois de assinar um contrato de seis filmes com a Marvel, eu falei à imprensa que no futuro (cinco anos), eu queria completar meu contrato com a Marvel, e além disso, eu queria dar início aos meus planos de seguir com a carreira como diretor. Eu não sei como isso foi mal interpretado e se tornou que depois da Marvel de eu me tornar diretor para o ponto em que a imprensa usou “Chris Evans encerra a carreira de ator” como uma manchete, criando um burburinho. Atuação é minha primeira paixão nessa indústria. Eu entrei nisso por causa do meu amor por filmes. Quando eu era pequeno, minha irmã, Carly, e eu estávamos na mesma escola. Naquele tempo, vê-la correndo para a aula de teatro depois das aulas para ensaiar parecia muito gratificante para ela. Até hoje, ela ainda está nos teatros em Massachusetts. Pessoas estão mais propensas a seguir as carreiras de membros da família, então quando eu tinha 10,11 anos, eu também fui aos palcos para atuar e realmente foi muito bom. Honestamente, toda vez que eu me transformo num novo personagem, eu me apaixono por aquela pessoa, eu me apaixono por esse filme. Atuar é minha vida. Apesar de tudo, agora eu desejo que eu possa tirar um tempo para descansar.

Descansar?
Sim, eu quero muito voltar pra Massachusetts, ao lugar onde eu nasci, como se eu nunca tivesse deixado aquele lugar… Descansar, ficar com a família. Massachusetts é muito lindo. Eu imagino que eu apenas quero viver como uma pessoa normal, sair casualmente com amigos, manter um perfil calmo.

Possivelmente, depois de um tempo você vai ficar entediado.
Bem possível.

Depois de Capitão América, se surgir alguma outra oportunidade de interpretar outro super-herói, você estaria interessado?
Se é um bom personagem e, especificamente, se vem com um bom diretor, eu gostaria de tentar novamente. Super-heróis não são fáceis de interpretar, para criar um bom personagem não é apenas ter um corpo cheio de músculos. Eu escolho papeis principalmente baseado no diretor, quem sabe contar uma história, tem uma boa história. É claro que, de todos os super-heróis, eu definitivamente não interpretarei James Bond. Ele é tipicamente bem britânico.

E sobre desafiar a si mesmo e surpreender o público com um vilão? Como Ultron?
Eu definitivamente não posso me colocar no lugar de James Spader. Eu gostaria de tentar um papel similar.

De todos os personagens que você já interpretou, com qual você mais de identifica?
Não é o Capitão América. Ele é um homem muito melhor do que eu. O Tocha Humana eu acho.

Ele é um playboy.
Ele parece ser um playboy. Eu acho que ele gosta da imagem de playboy, entende o quero dizer? Claro, eu não acho que eu tenho a chance de interpreta-lo novamente.

Vamos voltar para o assunto ‘atrás das câmeras’. Parece que você está investindo muito na carreira de diretor, eu vi nos créditos de Deixa Rolar que você também produziu o filme.
Uh, você viu… Mas eu realmente não fiz muito, a equipe só meu deu o título, é isso. O produtor executivo tem um trabalho muito cheio de detalhes, o que eu queria aprender no início.

E depois você dirigiu seu primeiro filme, Before We Go?
Isso foi em agosto do ano passado, depois de terminar as filmagens de Capitão América: Soldado Invernal. Nós imediatamente começamos a pré-produção de Before We Go. No final do ano, nós usamos 19 dias para filmar. Dois desses foram na New York Grand Central Terminal. Ugh, por que eu queria filmar em Nova York? O produtor me ligou para me ameaçar, ‘Você sabe quanto custa um dia de filmagem na Grand Central Station?’ E por volta de março, eu começaria a filmar Vingadores 2, então, durante toda a primavera, eu estava trabalhando muito para conseguir uma edição satisfatória.

E você ainda era o protagonista ao mesmo tempo.
Sim, dirigindo e atuando. Todo o filme era cheio de diálogos, quando eu estava atuando não podia ficar atrás do monitor para me supervisionar, então depois de filmar uma cena de 4 a 5 minutos, eu tinha que correr para trás e assistir, nós filmamos muito assim. Durante a fase de edição, ver os pequenos movimentos que eu fazia era realmente… Graças a Deus o filme ficou legal no final.

E está vendendo bem, parabéns! Você fez alguma edição?
Obrigado. Eu fiz algumas (edições) entre o Natal e o Réveillon, eu estava em casa usando o iMovie para editar 30 a 40 pedaços da filmagem, apenas juntando um clipe ao outro, completamente baseado na minha intuição. E eu tinha que ir ao YouTube para buscar tutoriais de como usar o iMovie. Honestamente, editar e dirigir são tipos totalmente diferentes de trabalho. Depois dessa experiência, eu posso dizer que são as minhas partes favoritas.

Eu ouvi que você encontrou o editor do seu filme através do Skype, isso é verdade?
Sim, enquanto eu estava filmando Capitão 2, eu não podia deixar o set, e através do Skype eu contatei alguns editores.

Por que você escolheu filmar uma história romântica na sua estreia na direção?
Em 2007, minha equipe me deu um roteiro pra ler. Eles conhecem minhas preferências, eu gosto de roteiros com muitos diálogos, eu gosto de assistir a filmes românticos. Eu sou uma pessoa emocional, parte de mim é muito romântico… Mas a razão principal é que esse roteiro era algo que como diretor de primeira viagem eu conseguiria fazer, não era grande demais, eu pude aproveitar o momento.

A trilogia Before de Richard Linklater tem um grande impacto em você como referência?
Claro. Ele narrou perfeitamente a história de um garoto e de uma garota conversando, desde estranhos a pessoas que experimentaram algo juntos por um curto tempo e que se tornou uma impressão agradável e sedutora. O meu favorito é o primeiro filme (Antes do Amanhecer), o terceiro filme (Antes da meia-noite) tinha muitos conflitos de realidade.

No filme (Before We Go), há uma certa cena de quebrar o coração em que o cara e sua ex-namorada se reencontram. Você tem uma experiência semelhante na vida real?
Há uma história que eu não contei antes. Quando eu tinha 17 anos, realmente muito jovem, minha namorada terminou comigo no baile. Ela tinha uma expressão de dó na face enquanto ela caminhava ao meu encontro… Depois eu só me lembro na manhã seguinte de eu abrir meus olhos, estava deitado na grama em frente ao lugar onde tinha sido o baile, com o coração partido. Corações partidos enquanto você é jovem são ótimos, você consegue armazena-los com todos os sentimentos e emoções, e usa-los na atuação. Eu não sou assim mais, eu não sou mais jovem.

Por que você escolheu Alice Eve como sua co-estrela?
Eu conheço muitas atrizes, de todas elas eu acho que sua imagem é a que mais se encaixa com o personagem, esperta, formação muito educada, compatível com meu personagem. Seu rosto era muito fofo na tela.

Seu primeiro filme como diretor está indo muito bem, você pode falar um pouco sobre seus planos como diretor?
Dificilmente em algum momento na próxima primavera eu vou começar de novo, agora eu não consigo te dar nenhum detalhe, mas espero que o filme envolva filmar mais de duas pessoas.

Como garoto-propaganda para o Gucci Guilty, você filmou um comercial de perfume dirigido por Frank Miller, que tem muito estilo pessoal, qual é seu estilo como diretor?
Meu estilo, para mim, eu ainda estou desenvolvendo, hoje ou amanhã eu terei diferentes inspirações. Desafiar a mim mesmo, a novidade para mim é muito intrigante. Num certo ponto, eu sou um louco por controle, eu sei exatamente o que quero. Claro que eu não sou um louco por controle escancarado, eu só quero recolher todas as ideias de todos os gênios no elenco e na equipe e escolher um desses, eu acho um máximo.

Seu irmão mais novo, Scott, veio com você (para a China) dessa vez?
Sim, agora enquanto eu trabalho, ele me deixou por conta própria, provavelmente voltou ao hotel para dormir. Scott também é ator, ele ainda está se firmando em Hollywood.

Ultimamente, você pode dar a ele ou a outros jovens algum conselho de atuação?
Conselhos sobre atuar? Eu realmente não posso dar nenhum. Na maioria do tempo, o problema não é talento. Los Angeles tem muitas pessoas atraentes, talentosas e há muitas oportunidades, audições sem fim! Audições são um pesadelo para mim, uma vez que estou lá, na maioria das vezes, eu estou apenas suando, quando estou nervoso eu suo. Se você encontrar um papel com o qual você se identifique, e a audição e o clima e tudo correr bem, você verá foguetes (química) entre você e o papel, isso é o certo. No restante do tempo seu cérebro é apenas uma bagunça, apenas sentado lá e você suando. Você pensa “Ugh”. Na verdade, sorte e talento são igualmente importantes. Eu acho que eu tenho sido muito sortudo, só isso.

Tradução: Tássia Cintra.
Créditos: Chris Evans Brasil.

11.09.2015
postado por Flávia Coelho e categorizado como Entrevistas

Qual foi o seu melhor Natal?
CE: Provavelmente foi em minha antiga casa. Me mudei de casa quanto tinha 9 anos de idade. Antes de nos mudarmos o Natal era incrível. Creio que tinha em torno de 8 ou 9 anos quando nos deram um brinquedo para eu e meu irmão e minhas irmãs brincarmos.

Que cheiro mais te lembra o Natal?
CE: Pinho. Sei que é uma resposta típica, mas é o cheiro de Natal. Quando entro em minha casa e sente o cheiro sabe que é tempo de Natal.

Como é seu Natal perfeito?
CE: Tenho uma familia muito grande em Boston. Minha família está distribuída na área de Boston. Sempre temos muita família e muita música. Sou um grande fã de Johnny Mathis, então com as canções de Johnny Mathis, um bom cheiro de pinho no ar e muitos familiares, este é um bom Natal.

Qual é seu prato favorito na ceia de Natal?
CE: Tem que ser peru. Também servimos ravioli antes do peru, que meu tio faz com uma incrível salsa de soja. E todo o vinho. Mas nada supera o peru.

Qual é o melhor presente de Natal que já recebeu?
CE: Quando é mais velho a gente deixa de dar presentes. Infelizmente, isso acontece. Quando consegue um presente é como uma explosão. Creio que todos os melhores presentes foram quando eu era pequeno.

Recorda qual foi o pior presente de Natal que já recebeu?
CE: Sem presentes ruins no Natal.

Quais são suas três recomendações para o Natal?
CE: Conseguir um perfume da Gucci, obviamente uma aposta segura. É algo que funciona para todos. Tem classe, dinheiro, vai com tudo. Também gosto de ganhar presentes em forma de música no iTunes, eu passo muito tempo baixando. Se você tem um cartão de presente certamente ajuda. Alguém conseguiu pra mim um desses leitores de cartão ano passado e havia me ajudado para vida. Você pode levar milhares de livros nessa pequena coisa. Tem feito minha vida muito mais fácil.

Tradução: Sammy Martins.
Créditos: Chris Evans Brasil.